Sindpol convoca ato para denunciar falta de limpeza e comida nas delegacias de Maceió
O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas convoca a categoria para um ato, nesta quinta-feira (6), na Central de Flagrantes, no Farol, em Maceió, para denunciar que os agentes devem ficar ainda mais sobrecarregados. Isso deve ocorrer caso não seja regularizada a entrega de refeições aos presos e limpeza das delegacias de Maceió.
Na manhã desta quarta-feira (5), os presos que estão recolhidos na Central de Flagrantes I protestaram contra a falta de alimentação e limpeza na unidade.
"O estado não fez o pagamento da empresa terceirizada, que faz limpeza das delegacias e cozinha para presos e, ainda, deu férias coletivas. Agora, vai se instalar o caos. E, pior, é possível que a partir de amanhã não tenha nem café, nem almoço e nem janta", informou o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário.
Na manhã desta quarta-feira, um advogado chegou a comprar comida e a levar para os presos. "O policial agora vai ter que ser investigador, vai ter que ser carcereiro e faxineiro da delegacia. E, agora, vai ter que fazer comida para os presos também", afirma Ricardo Nazário.
Em nota, a assessoria de comunicação da Polícia Civil informou que "houve licitação, mas como ocorreu demanda judicial (recursos) isso atrasou a contratação. Porém, a situação judicial foi superada com o auxílio da PGE e o processo licitatório foi finalizado, e já se encontra apto para homologação e assinatura do contrato".
Na manhã desta quarta-feira (5), os presos que estão recolhidos na Central de Flagrantes I protestaram contra a falta de alimentação e limpeza na unidade.
"O estado não fez o pagamento da empresa terceirizada, que faz limpeza das delegacias e cozinha para presos e, ainda, deu férias coletivas. Agora, vai se instalar o caos. E, pior, é possível que a partir de amanhã não tenha nem café, nem almoço e nem janta", informou o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário.
Na manhã desta quarta-feira, um advogado chegou a comprar comida e a levar para os presos. "O policial agora vai ter que ser investigador, vai ter que ser carcereiro e faxineiro da delegacia. E, agora, vai ter que fazer comida para os presos também", afirma Ricardo Nazário.
Em nota, a assessoria de comunicação da Polícia Civil informou que "houve licitação, mas como ocorreu demanda judicial (recursos) isso atrasou a contratação. Porém, a situação judicial foi superada com o auxílio da PGE e o processo licitatório foi finalizado, e já se encontra apto para homologação e assinatura do contrato".
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