Pai chora ao afirmar que corpo encontrado em Coqueiro Seco é do filho desaparecido
Valmir Santos, pai do jovem José Vitor dos Santos Lima, de 17 anos, que acredita ser do filho o corpo encontrado ontem decapitado na Lagoa Mundaú, no município de Coqueiro Seco, conversou com a reportagem da TV Pajuçara.
Ele diz ter reconhecido o filho por conta de uma tatuagem e da camisa do Flamengo, que Vitor usava momentos antes de ser sequestrado por três homens e ser colocado dentro de um carro, na segunda-feira (26), por volta das 16h.
Valmir afirma que o filho era usuário de drogas, mas não tinha envolvimento com crimes, e chora por imaginar que José Vitor pode ter sido torturado. “Não sei por que fizeram isso com ele, não precisava fazer isso com ele. Meu filho, 17 anos. Ele era usuário de drogas, mas nunca assaltou, nunca tirou a vida de ninguém, nunca foi preso”, declara.
O jovem morava com o tio, em Bebedouro, e estava no Flexal de Baixo quando foi abordado pelos suspeitos. “Só Deus e eu que sei, desde o dia do desaparecimento dele, não como, não durmo direito, não estou indo trabalhar”, desabafa o pai.
O corpo que pode ser dele apareceu na lagoa próximo ao Parque Municipal, mas boiou até a orla de Coqueiro Seco, onde foi recolhido. O Instituto Médico Legal disse que o reconhecimento deve ser feito por meio de exame de papiloscopia, que é a análise da digital.
Ele diz ter reconhecido o filho por conta de uma tatuagem e da camisa do Flamengo, que Vitor usava momentos antes de ser sequestrado por três homens e ser colocado dentro de um carro, na segunda-feira (26), por volta das 16h.
Valmir afirma que o filho era usuário de drogas, mas não tinha envolvimento com crimes, e chora por imaginar que José Vitor pode ter sido torturado. “Não sei por que fizeram isso com ele, não precisava fazer isso com ele. Meu filho, 17 anos. Ele era usuário de drogas, mas nunca assaltou, nunca tirou a vida de ninguém, nunca foi preso”, declara.
O jovem morava com o tio, em Bebedouro, e estava no Flexal de Baixo quando foi abordado pelos suspeitos. “Só Deus e eu que sei, desde o dia do desaparecimento dele, não como, não durmo direito, não estou indo trabalhar”, desabafa o pai.
O corpo que pode ser dele apareceu na lagoa próximo ao Parque Municipal, mas boiou até a orla de Coqueiro Seco, onde foi recolhido. O Instituto Médico Legal disse que o reconhecimento deve ser feito por meio de exame de papiloscopia, que é a análise da digital.
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