Bolsonaro analisa nomear filho para Comunicação Social
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (21) que estuda nomear seu filho Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio de Janeiro, ao cargo de ministro.
Em entrevista ao site O Antagonista, ele disse que avalia devolver à Secretaria de Comunicação Social o status de ministério, que foi retirado em 2016 pelo presidente Michel Temer.
Atualmente, o Palácio do Planalto abriga quatro pastas: Casa Civil, GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Secretaria-Geral e Secretaria de Governo. A intenção do presidente é extinguir a última e recriar a Comunicação Social.
"Eu não vou criar mais ministérios lá. Os quatro que existem vão continuar", disse.
O capitão reformado disse que "é importante ter o filho ao seu lado" e que ele é "fera nas mídias sociais". Ele ponderou, contudo, que Carlos ainda está na dúvida se deve aceitar o posto.
"O Carlos ainda está na dúvida, está medindo prós e contras. Mas é importante ele estar do meu lado, ajuda bastante", disse.
O presidente eleito afirmou que uma eventual indicação não é "prêmio de consolo", mas reconheceu que ela pode causar desgaste pelo fato de ter nomeado um filho para um cargo ministerial.
"Tem tudo para dar certo, mas estou estudando ainda", disse.
Na entrevista, o capitão reformado disse ainda que não cortará a verba publicitária do governo, mas que pretende reduzi-la.
Em entrevista ao site O Antagonista, ele disse que avalia devolver à Secretaria de Comunicação Social o status de ministério, que foi retirado em 2016 pelo presidente Michel Temer.
Atualmente, o Palácio do Planalto abriga quatro pastas: Casa Civil, GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Secretaria-Geral e Secretaria de Governo. A intenção do presidente é extinguir a última e recriar a Comunicação Social.
"Eu não vou criar mais ministérios lá. Os quatro que existem vão continuar", disse.
O capitão reformado disse que "é importante ter o filho ao seu lado" e que ele é "fera nas mídias sociais". Ele ponderou, contudo, que Carlos ainda está na dúvida se deve aceitar o posto.
"O Carlos ainda está na dúvida, está medindo prós e contras. Mas é importante ele estar do meu lado, ajuda bastante", disse.
O presidente eleito afirmou que uma eventual indicação não é "prêmio de consolo", mas reconheceu que ela pode causar desgaste pelo fato de ter nomeado um filho para um cargo ministerial.
"Tem tudo para dar certo, mas estou estudando ainda", disse.
Na entrevista, o capitão reformado disse ainda que não cortará a verba publicitária do governo, mas que pretende reduzi-la.
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