Para reatar casamento, jovem forja gravidez e cria até pulseirinha de maternidade
Uma jovem de 20 anos foi levada para 4ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande, após inventar gravidez, morte do bebê e com isto mobilizar todas as forças policiais, na manhã desta sexta-feira (26). Ao G1 a delegada Célia Bezerra, responsável pelas investigações, disse que a trama foi descoberta quando a suspeita confessou o crime e foi apreendida até uma falsa pulseirinha e curativo de suposto exame de sangue feito no Hospital Universitário (HU).
"Foi mexida com toda a máquina da delegacia, parou o Imol [Instituto de Medicina e Odontologia Legal]. Estamos no caso desde às 9 horas da manhã, procurando um bebê que, na verdade, nunca existiu. Agora nós levamos toda a família e ela para a delegacia, onde será feito um boletim de ocorrência por preservação de direito. Ela premeditou tudo e inventou a gravidez para reatar o relacionamento", afirmou a delegada.
A notícia da gravidez, conforme a polícia, ocorreu no início do ano. Desde então, ela disse que sairia do emprego porque precisaria cuidar da criança. Recentemente, o marido a acompanhou em um posto de saúde, mas, permaneceu ao lado de fora enquanto ela recebia atendimento. Outro fato relatado por parentes é que, como a jovem era considerada obesa, ninguém desconfiou do fato da barriga não estar aparecendo.
"Ela somente confessou o crime quando nós a informamos que poderia ser indiciada por homicídio com ocultação de cadáver. O pessoal do Imol nos ligou, dizendo que o sogro da menina estava atrás do feto, mas, não sabia onde estava porque a jovem não falava. Então, nossa investigação inicial foi de apurar uma morte ou até mesmo venda de um bebê", explicou Bezerra.
Com as buscas, a polícia a localizou no Jardim Itamaracá, região leste da cidade. "Nós continuamos apurando durante a manhã e não encontramos nem registro de atendimento no SUS [Sistema Único de Saúde]. Os parentes então disseram que ela estava com uma amiga no Aero Rancho. No entanto, o que ela fez foi um falso perfil no Facebook de uma suposta amiga de infância, de nome Carolina Honório, onde ela mandou mensagem para os pais dizendo que perdeu o bebê e esta amiga estaria ajudando", disse a delegada.
Já na casa da suspeita, a polícia apreendeu uma falsa pulseirinha que ela fez com folha sulfite e fita adesiva. "Com as contradições, começamos a desvendar toda a história, que durou quatro horas de buscas e ainda temos o dia para ouvir testemunhas. Hoje seria o dia que ela avisou todo mundo sobre a cesariana, mas, de uma gravidez que nunca aconteceu", finalizou.
"Foi mexida com toda a máquina da delegacia, parou o Imol [Instituto de Medicina e Odontologia Legal]. Estamos no caso desde às 9 horas da manhã, procurando um bebê que, na verdade, nunca existiu. Agora nós levamos toda a família e ela para a delegacia, onde será feito um boletim de ocorrência por preservação de direito. Ela premeditou tudo e inventou a gravidez para reatar o relacionamento", afirmou a delegada.
A notícia da gravidez, conforme a polícia, ocorreu no início do ano. Desde então, ela disse que sairia do emprego porque precisaria cuidar da criança. Recentemente, o marido a acompanhou em um posto de saúde, mas, permaneceu ao lado de fora enquanto ela recebia atendimento. Outro fato relatado por parentes é que, como a jovem era considerada obesa, ninguém desconfiou do fato da barriga não estar aparecendo.
"Ela somente confessou o crime quando nós a informamos que poderia ser indiciada por homicídio com ocultação de cadáver. O pessoal do Imol nos ligou, dizendo que o sogro da menina estava atrás do feto, mas, não sabia onde estava porque a jovem não falava. Então, nossa investigação inicial foi de apurar uma morte ou até mesmo venda de um bebê", explicou Bezerra.
Com as buscas, a polícia a localizou no Jardim Itamaracá, região leste da cidade. "Nós continuamos apurando durante a manhã e não encontramos nem registro de atendimento no SUS [Sistema Único de Saúde]. Os parentes então disseram que ela estava com uma amiga no Aero Rancho. No entanto, o que ela fez foi um falso perfil no Facebook de uma suposta amiga de infância, de nome Carolina Honório, onde ela mandou mensagem para os pais dizendo que perdeu o bebê e esta amiga estaria ajudando", disse a delegada.
Já na casa da suspeita, a polícia apreendeu uma falsa pulseirinha que ela fez com folha sulfite e fita adesiva. "Com as contradições, começamos a desvendar toda a história, que durou quatro horas de buscas e ainda temos o dia para ouvir testemunhas. Hoje seria o dia que ela avisou todo mundo sobre a cesariana, mas, de uma gravidez que nunca aconteceu", finalizou.
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