Acusada de encomendar a morte do irmão por causa de herança é condenada na PB
Maria Celeste de Medeiros Nascimento, acusada de encomendar a morte do irmão, Marcos Antônio do Nascimento Filho, crime que ocorreu na padaria da família, no bairro Jardim Luna, em João Pessoa (PB), no ano de 2016, foi condenada a 29 anos de prisão, por homicídio qualificado, em júri popular iniciado nessa quinta e concluído na madrugada de hoje (12), na capital paraibana.
O crime teria sido motivado porque Marcos descobrira que a irmã estava roubando o patrimônio da família, fruto de herança.
De acordo com o processo, a vítima era estudante de medicina veterinária e foi morta com um tiro na cabeça, durante um assalto ao estabelecimento comercial encomendado pela irmã, com ajuda da namorada dela, Werlida Raynara da Silva, e do sobrinho, Walber do Nascimento Castro. Eles e um outro participante, Jairo César Pereira, acusado de dar apoio aos executores, foram julgados no mesmo júri.
Werlida e Jairo foram condenados a 17 anos e 4 meses de prisão por homicídio e roubo. Walber foi absolvido pelo júri popular, realizado no 2º Tribunal do Júri do Fórum Criminal de João Pessoa.
O caso
O Ministério Público da Paraíba denunciou Maria Celeste e mais sete pessoas pelo homicídio: Werlida, Jairo, Walber, Severino Fernandes Ferreira, Nielson da Silva, Ricardo de Souza Ferreira e Robson de Lima Ramos.
De acordo com a investigação, Nielson da Silva e Ricardo de Souza Ferreira foram os executores do crime, coordenados pelo coautor Severino Fernandes Ferreira. O julgamento desses três ocorrerá em outra data.
A ligação de Walber, sobrinho da mandante, com o crime é que esse teria intermediado o contato com os executores. Werlida Raynara, a namorada de Maria Celeste, sabia da intenção da companheira e estava disposta a produzir um retrato falado falso para a polícia.
O crime teria sido motivado porque Marcos descobrira que a irmã estava roubando o patrimônio da família, fruto de herança.
De acordo com o processo, a vítima era estudante de medicina veterinária e foi morta com um tiro na cabeça, durante um assalto ao estabelecimento comercial encomendado pela irmã, com ajuda da namorada dela, Werlida Raynara da Silva, e do sobrinho, Walber do Nascimento Castro. Eles e um outro participante, Jairo César Pereira, acusado de dar apoio aos executores, foram julgados no mesmo júri.
Werlida e Jairo foram condenados a 17 anos e 4 meses de prisão por homicídio e roubo. Walber foi absolvido pelo júri popular, realizado no 2º Tribunal do Júri do Fórum Criminal de João Pessoa.
O caso
O Ministério Público da Paraíba denunciou Maria Celeste e mais sete pessoas pelo homicídio: Werlida, Jairo, Walber, Severino Fernandes Ferreira, Nielson da Silva, Ricardo de Souza Ferreira e Robson de Lima Ramos.
De acordo com a investigação, Nielson da Silva e Ricardo de Souza Ferreira foram os executores do crime, coordenados pelo coautor Severino Fernandes Ferreira. O julgamento desses três ocorrerá em outra data.
A ligação de Walber, sobrinho da mandante, com o crime é que esse teria intermediado o contato com os executores. Werlida Raynara, a namorada de Maria Celeste, sabia da intenção da companheira e estava disposta a produzir um retrato falado falso para a polícia.
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