Moradores denunciam crime ambiental em rio de Palmeira dos Índios
Fotos tiradas por moradores do povoado Lajes do Caldeirão, em Palmeira dos Índios, mostram um crime ambiental sendo cometido contra o chamado Rio da Laje, que corta o local e fica seco em alguns períodos. Nas imagens, é possível ver homens retirando terra do riacho. O material é levado de caçamba.
De acordo com Indira Luzia dos Santos, responsável pela Associação Comunitária do bairro, a situação acontece diariamente e, muitas vezes, durante todo o dia. "Às vezes, eles começam o serviço às 7h e isso se estende até a noite, só para quando eu ou outra pessoa da comunidade vamos lá reclamar, brigar".
Ela acrescenta que o crime ambiental é cometido até por empresas de construção da região. "Algumas pessoas têm empresa que trabalham com construção e estão indo tirar areia de lá para vender e fazer as construções", conta a moradora, que já tentou denunciar a situação à polícia e também aos órgãos ambientais.
"Quando ligamos, eles dizem que o número não é aquele, passam para outro, aí falo com dez, 15 atendentes, eles dizem que vão verificar, vão checar, mas ninguém nunca chega lá para olhar. Se já tivessem ido teriam pego alguém tirando essa areia, porque acontece todos os dias", aponta.
Indira reclama do descaso. "Eles não esperam nem o rio secar. Eles cavam até com o rio cheio e não querem nem saber. Mas quando secam é que fazem a festa. E não adianta brigar, bater boca, chamar a polícia, porque assim que os policiais vão embora, eles voltam", diz.
A Gazetaweb entrou em contato com a Prefeitura de Palmeira dos Índios, que informou não estar ciente do problema. A administração municipal afirmou, porém, que mandaria uma equipe ambiental ao local e que, se a situação fosse constatada, tomaria as providências cabíveis.
De acordo com Indira Luzia dos Santos, responsável pela Associação Comunitária do bairro, a situação acontece diariamente e, muitas vezes, durante todo o dia. "Às vezes, eles começam o serviço às 7h e isso se estende até a noite, só para quando eu ou outra pessoa da comunidade vamos lá reclamar, brigar".
Ela acrescenta que o crime ambiental é cometido até por empresas de construção da região. "Algumas pessoas têm empresa que trabalham com construção e estão indo tirar areia de lá para vender e fazer as construções", conta a moradora, que já tentou denunciar a situação à polícia e também aos órgãos ambientais.
"Quando ligamos, eles dizem que o número não é aquele, passam para outro, aí falo com dez, 15 atendentes, eles dizem que vão verificar, vão checar, mas ninguém nunca chega lá para olhar. Se já tivessem ido teriam pego alguém tirando essa areia, porque acontece todos os dias", aponta.
Indira reclama do descaso. "Eles não esperam nem o rio secar. Eles cavam até com o rio cheio e não querem nem saber. Mas quando secam é que fazem a festa. E não adianta brigar, bater boca, chamar a polícia, porque assim que os policiais vão embora, eles voltam", diz.
A Gazetaweb entrou em contato com a Prefeitura de Palmeira dos Índios, que informou não estar ciente do problema. A administração municipal afirmou, porém, que mandaria uma equipe ambiental ao local e que, se a situação fosse constatada, tomaria as providências cabíveis.
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