Mãe é indiciada por homicídio doloso contra menino encontrado morto em apartamento em Maceió
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga a morte do menino Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, de 6 anos de idade, e o encaminhou para a Justiça. De acordo com o delegado que presidiu o inquérito, Rodrigo Sarmento, a mãe do menino, Jandira da Silva, foi autuada pelo crime de homicídio doloso, ou seja, quando há a intenção de matar.
“Ela afirmou em depoimento que teria cometido o crime para se livrar de ameaças que teriam sido feitas a ela após a morte do marido, por um dos enteados”, informou o delegado em entrevista ao TNH1.
As ameaças teriam sido motivadas pela partilha de uma pensão que Jandira passou a receber após a morte do marido, mas o delegado disse que essas ameaças não ficaram comprovadas ao longo da investigação e que foram informadas à Justiça para que, caso necessário, sejam apuradas.
“Ela se disse sufocada com as ameaças, mas nós ouvimos ele [o enteado], que negou. Esse enteado disse que após a morte do pai, ela, Jandira, teria ficado com alguns dos bens e que isso era mania de perseguição dela”, afirmou Sarmento.
A versão de perseguição foi descartada também após os depoimento dos irmãos de Jandira. “Eles disseram que ela havia se queixado também de uns vizinhos, mas ninguém soube explicar que vizinho era esse”, disse.
Jandira já morou com o marido e o enteado em um outro apartamento e esse imóvel, segundo o delegado, está para inventário, e os herdeiros seriam o menino que morreu, e os outros filhos do pai dele.
O delegado disse ainda que o advogado de Jandira, João Uchôa, afirmou que iria solicitar um exame psiquiátrico para a mulher. Ela foi encaminhada para o Manicômio udiciário, mas como não há até o momento um atestado sobre a incapacidade dela para responder criminalmente pelo caso, o delegado optou pelo indiciamento.
“Ela é responsável pelos atos dela até que se prove o contrário. Caso fique provado que ela é incapaz, a Justiça deverá aplicar alguma medida restritiva, mas como isso não é realizado durante a investigação, ela foi indiciada”, concluiu.
O caso
O corpo do menino foi encontrado dias após um possível vazamento de gás provocado pela mãe no apartamento de um residencial localizado no bairro Petrópolis, parte alta de Maceió, no dia 20. A mãe estava na casa, mas sobreviveu. O laudo do IML com a comprovação da causa da morte ainda não foi divulgado.
A polícia foi ao local após vizinhos relatarem a polícia um forte odor de gás no local. O síndico conversou com a reportagem da TV Pajuçara e disse que suspeitou de algo estranho depois que o transporte escolar da criança não obteve contato com a mulher por dois dias seguidos.
“Ela afirmou em depoimento que teria cometido o crime para se livrar de ameaças que teriam sido feitas a ela após a morte do marido, por um dos enteados”, informou o delegado em entrevista ao TNH1.
As ameaças teriam sido motivadas pela partilha de uma pensão que Jandira passou a receber após a morte do marido, mas o delegado disse que essas ameaças não ficaram comprovadas ao longo da investigação e que foram informadas à Justiça para que, caso necessário, sejam apuradas.
“Ela se disse sufocada com as ameaças, mas nós ouvimos ele [o enteado], que negou. Esse enteado disse que após a morte do pai, ela, Jandira, teria ficado com alguns dos bens e que isso era mania de perseguição dela”, afirmou Sarmento.
A versão de perseguição foi descartada também após os depoimento dos irmãos de Jandira. “Eles disseram que ela havia se queixado também de uns vizinhos, mas ninguém soube explicar que vizinho era esse”, disse.
Jandira já morou com o marido e o enteado em um outro apartamento e esse imóvel, segundo o delegado, está para inventário, e os herdeiros seriam o menino que morreu, e os outros filhos do pai dele.
O delegado disse ainda que o advogado de Jandira, João Uchôa, afirmou que iria solicitar um exame psiquiátrico para a mulher. Ela foi encaminhada para o Manicômio udiciário, mas como não há até o momento um atestado sobre a incapacidade dela para responder criminalmente pelo caso, o delegado optou pelo indiciamento.
“Ela é responsável pelos atos dela até que se prove o contrário. Caso fique provado que ela é incapaz, a Justiça deverá aplicar alguma medida restritiva, mas como isso não é realizado durante a investigação, ela foi indiciada”, concluiu.
O caso
O corpo do menino foi encontrado dias após um possível vazamento de gás provocado pela mãe no apartamento de um residencial localizado no bairro Petrópolis, parte alta de Maceió, no dia 20. A mãe estava na casa, mas sobreviveu. O laudo do IML com a comprovação da causa da morte ainda não foi divulgado.
A polícia foi ao local após vizinhos relatarem a polícia um forte odor de gás no local. O síndico conversou com a reportagem da TV Pajuçara e disse que suspeitou de algo estranho depois que o transporte escolar da criança não obteve contato com a mulher por dois dias seguidos.
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