Presa por morte do filho em apartamento é transferida para manicômio judiciário
A mulher presa pela morte do filho de seis anos em um apartamento no Jardim Petrópolis III, em Maceió, foi transferida nesta quarta-feira (26) para o manicômio judiciário. Jandira da Silva estava na Central de Flagrantes I, no Farol desde a sexta (21).
A informação foi confirmada pelo advogado dela, João Carlos Uchôa.
Jandira foi encontrada desmaiada no apartamento e o filho dela, Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, morto. Ela confessou que abriu o gás da casa para se matar e matar o menino, mas ela acabou sobrevivendo.
A família afirma que Jandira sofria de depressão, mas recusava tratamento.
De acordo com Uchôa, o deslocamento de Jandira ocorreu no final da manhã pela polícia judiciária.
O corpo do menino continua no Instituto Médico Legal (IML) aguardando liberação judicial para algum parente de segundo grau, já que a mãe está presa e o pai já havia falecido. Só depois disso é que deve ser velado.
Antes de ser levada para a Central de Flagrantes, Jandira foi socorrida para o Hospital Geral do Estado (HGE) e, depois de receber alta, foi levada para depor na Delegacia de Homicídios.
Segundo o delegado Rodrigo Sarmento, ela confessou que abriu o registro do gás de cozinha e colocou o celular para carregar ao lado para que explodisse.
A informação foi confirmada pelo advogado dela, João Carlos Uchôa.
Jandira foi encontrada desmaiada no apartamento e o filho dela, Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, morto. Ela confessou que abriu o gás da casa para se matar e matar o menino, mas ela acabou sobrevivendo.
A família afirma que Jandira sofria de depressão, mas recusava tratamento.
De acordo com Uchôa, o deslocamento de Jandira ocorreu no final da manhã pela polícia judiciária.
O corpo do menino continua no Instituto Médico Legal (IML) aguardando liberação judicial para algum parente de segundo grau, já que a mãe está presa e o pai já havia falecido. Só depois disso é que deve ser velado.
Antes de ser levada para a Central de Flagrantes, Jandira foi socorrida para o Hospital Geral do Estado (HGE) e, depois de receber alta, foi levada para depor na Delegacia de Homicídios.
Segundo o delegado Rodrigo Sarmento, ela confessou que abriu o registro do gás de cozinha e colocou o celular para carregar ao lado para que explodisse.
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