Mãe de criança achada em apartamento ainda não sabe que filho está morto, diz delegado
Jadira da Silva, de 46 anos, ainda não sabe que o filho, de apenas 6 anos, está morto. Ele e o menino foram econtrados na tarde de ontem, desacordados dentro de um apartamento em um condomínio do bairro Petrópolis, parte alta de Maceió. Quando a polícia chegou ao local, a criança já estava morta e a mãe estava desmaiada.
Nesta sexta-feira, 21, Jandira assumiu para a polícia, na Delegacia de Homicídios, que abriu o registro do gás de cozinha e colocou o celular para carregar, bem perto do local do vazamento. Segundo ela, a intenção era provocar uma explosão no imóvel, para tirar a própria vida e a do menino, Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, mas apenas a criança morreu.
Ela teria praticado o ato no dia 18, mas só foram encontrados ontem, após denúncias que ela não entrava em contato com a família e a criança não ia para a escola. A partir do dia 19, os vizinhos começaram a sentir um forte cheiro de gás e no dia 20, decidiram abrir o apartamento e acionaram a polícia.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, a polícia está aguardando o serviço social para informar sobre o falecimento da criança. “Ela pergunta o que aconteceu com o filho, mas ainda não informamos. Estamos aguardando uma assistente social ou serviço de psicologia do sistema prisional, tendo em vista que são capacitados para isso. Ela demonstra arrependimento, diz que o filho é inocente, não tem culpa, mas ainda não caiu na real”, declarou o delegado.
Problemas psicológicos
Apenas um laudo psiquiátrico vai confirmar se Jadira da Silva sofre com algum transtorno psicológico, mas segundo o delegado, a família dela já havia sugerido que a mulher procurasse ajuda, ao que ela teria se negado, afirmando que não estava com problemas.
Nesta sexta-feira, 21, Jandira assumiu para a polícia, na Delegacia de Homicídios, que abriu o registro do gás de cozinha e colocou o celular para carregar, bem perto do local do vazamento. Segundo ela, a intenção era provocar uma explosão no imóvel, para tirar a própria vida e a do menino, Luiz Gustavo Silva Cavalcanti Vilar, mas apenas a criança morreu.
Ela teria praticado o ato no dia 18, mas só foram encontrados ontem, após denúncias que ela não entrava em contato com a família e a criança não ia para a escola. A partir do dia 19, os vizinhos começaram a sentir um forte cheiro de gás e no dia 20, decidiram abrir o apartamento e acionaram a polícia.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, a polícia está aguardando o serviço social para informar sobre o falecimento da criança. “Ela pergunta o que aconteceu com o filho, mas ainda não informamos. Estamos aguardando uma assistente social ou serviço de psicologia do sistema prisional, tendo em vista que são capacitados para isso. Ela demonstra arrependimento, diz que o filho é inocente, não tem culpa, mas ainda não caiu na real”, declarou o delegado.
Problemas psicológicos
Apenas um laudo psiquiátrico vai confirmar se Jadira da Silva sofre com algum transtorno psicológico, mas segundo o delegado, a família dela já havia sugerido que a mulher procurasse ajuda, ao que ela teria se negado, afirmando que não estava com problemas.
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