Palmeira dos Índios entra em estado de alerta para deter avanço da leishmaniose
Segundo município com maior número de casos confirmados de leishmaniose visceral (calazar), no total são oito, Palmeira dos Índios está em alerta. As equipes reforçam as ações para impedir o avanço da doença. A atenção redobrada deve-se ao alerta feito pelo Conselho Regional de Medicina (Cremal) que confirma Alagoas como estado onde há epidemia da patologia.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde Palmeira dos Índios destaca que os oito casos ocorreram na zona rural do município. Que todos estão sendo monitorados e, quando há suspeita da doença, exames são feitos. Uma jovem chegou a ser internada, mas não há relato de óbito.
O município alagoano com maior número de casos é Estrela de Alagoas, seguido de Palmeira dos Índios e Girau do Ponciano e Arapiraca, que tiveram - cada um - cinco registros confirmados da doença.
Em entrevista à Gazetaweb, o presidente do Cremal, médico Fernando Pedrosa, reforça que profissionais da saúde precisam ficar atentos. "Nós estamos com epidemia de leishmaniose visceral, que é aquela que mata, que atinge fígado, baço. Temos mais de 60 casos no Estado. A gente já vem trabalhando isso, com treinamento das equipes para que não ocorram os óbitos", afirma o infectologista.
O portal do Ministério da Saúde esclarece que os transmissores são insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. Estes insetos são pequenos e têm como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde Palmeira dos Índios destaca que os oito casos ocorreram na zona rural do município. Que todos estão sendo monitorados e, quando há suspeita da doença, exames são feitos. Uma jovem chegou a ser internada, mas não há relato de óbito.
O município alagoano com maior número de casos é Estrela de Alagoas, seguido de Palmeira dos Índios e Girau do Ponciano e Arapiraca, que tiveram - cada um - cinco registros confirmados da doença.
Em entrevista à Gazetaweb, o presidente do Cremal, médico Fernando Pedrosa, reforça que profissionais da saúde precisam ficar atentos. "Nós estamos com epidemia de leishmaniose visceral, que é aquela que mata, que atinge fígado, baço. Temos mais de 60 casos no Estado. A gente já vem trabalhando isso, com treinamento das equipes para que não ocorram os óbitos", afirma o infectologista.
O portal do Ministério da Saúde esclarece que os transmissores são insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. Estes insetos são pequenos e têm como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam cães ou outros animais infectados, e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi.
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