Familiares protestam e fecham avenida contra sumiço de jovem em Maceió
Familiares e amigos de um jovem de 16 anos que está desaparecido desde a manhã dessa segunda-feira (27) fizeram um protesto, nesta manhã de terça-feira (28), na Avenida Assis Chateaubriand, em Maceió, para chamar a atenção da população e das autoridades para o sumiço. Os dois sentidos da via foram bloqueados e os manifestantes colocaram fogo em galhos e pneus. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas.
De acordo com informações repassadas por Albânia Medeiros, de 21 anos, que é irmã do jovem Luciano dos Santos Medeiros, que está desaparecido, ele teria saído, junto com o cunhado, para vender cobre no mercado e lá, os dois foram abordados por um grupo de homens que colocou um pano preto na cabeça deles para que não enxergassem o que estava acontecendo.
O cunhado foi liberado, mas Luciano desapareceu. A família acredita que ele tenha sido assassinado. Ele era usuário de drogas e havia postado uma foto nas redes sociais fazendo com as mãos um gesto que simula uma arma de fogo, o que a família acredita que pode ter motivado algum tipo de violência contra ele.
Após intervenção do Gerenciamento de Crises da Polícia Militar, ficou acertado que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) vai receber familiares do jovem na tarde desta terça-feira. Diligências devem ser feitas pela Polícia Civil para tentar localizar a vítima.
"Uns dizem que ele foi carbonizado, outros dizem que foi jogado na lagoa", afirma a irmã, que acredita que Luciano esteja morto. "Queremos o corpo do meu irmão. Ele era uma criança e saiu de casa, no Trapiche da Barra, para vender cobre para botar comida na nossa mesa. Botaram um pano preto na cabeça dele e o levaram. Queremos justiça", afirmou Albânia.
O trânsito ficou interditado por cerca de 1 hora e, por causa disso, um congestionamento foi formado.
De acordo com informações repassadas por Albânia Medeiros, de 21 anos, que é irmã do jovem Luciano dos Santos Medeiros, que está desaparecido, ele teria saído, junto com o cunhado, para vender cobre no mercado e lá, os dois foram abordados por um grupo de homens que colocou um pano preto na cabeça deles para que não enxergassem o que estava acontecendo.
O cunhado foi liberado, mas Luciano desapareceu. A família acredita que ele tenha sido assassinado. Ele era usuário de drogas e havia postado uma foto nas redes sociais fazendo com as mãos um gesto que simula uma arma de fogo, o que a família acredita que pode ter motivado algum tipo de violência contra ele.
Após intervenção do Gerenciamento de Crises da Polícia Militar, ficou acertado que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) vai receber familiares do jovem na tarde desta terça-feira. Diligências devem ser feitas pela Polícia Civil para tentar localizar a vítima.
"Uns dizem que ele foi carbonizado, outros dizem que foi jogado na lagoa", afirma a irmã, que acredita que Luciano esteja morto. "Queremos o corpo do meu irmão. Ele era uma criança e saiu de casa, no Trapiche da Barra, para vender cobre para botar comida na nossa mesa. Botaram um pano preto na cabeça dele e o levaram. Queremos justiça", afirmou Albânia.
O trânsito ficou interditado por cerca de 1 hora e, por causa disso, um congestionamento foi formado.
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