Quase 3 mil pessoas já foram presas na Operação Cronos
Um balanço divulgado neste sábado (25) revela que o número de presos na Operação Cronos, em todo o país, subiu para 2.627. Além de outros 341 menores que foram apreendidos.
A Operação Cronos, deflagrada na última sexta-feira (24), e conta com o apoio de mais de 7.800 policiais civis de todo o Brasil participando das ações, que visam combater os crimes de homicídio e feminicídio.
"Com a prisão dos autores de homicídios e feminicídios, espera-se o impedimento da prática de novos crimes", informou o ministério da Segurança Pública, em nota. "É, na prática, o que representa o Susp (Sistema Unificado de Segurança Pública). Uma atuação unificada das inteligências de operações com a participação do Ministério Público e do Judiciário para combater a violência", afirmou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.
A operação tem o apoio do Ministério da Segurança Pública e é coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícias Civis (CONCPC). Os casos incluem novas investigações e sentenças condenatórias. Segundo o ministério, a ação foi definida no início de julho, mesmo mês em que aconteceu a morte da advogada Tatiana Spitzner, 29, no Paraná. Tatiane morava com o marido, o professor de Biologia Luis Felipe Manvailer, preso e suspeito de tê-la jogado pela janela do quarto andar do prédio.
A Operação Cronos, deflagrada na última sexta-feira (24), e conta com o apoio de mais de 7.800 policiais civis de todo o Brasil participando das ações, que visam combater os crimes de homicídio e feminicídio.
"Com a prisão dos autores de homicídios e feminicídios, espera-se o impedimento da prática de novos crimes", informou o ministério da Segurança Pública, em nota. "É, na prática, o que representa o Susp (Sistema Unificado de Segurança Pública). Uma atuação unificada das inteligências de operações com a participação do Ministério Público e do Judiciário para combater a violência", afirmou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.
A operação tem o apoio do Ministério da Segurança Pública e é coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícias Civis (CONCPC). Os casos incluem novas investigações e sentenças condenatórias. Segundo o ministério, a ação foi definida no início de julho, mesmo mês em que aconteceu a morte da advogada Tatiana Spitzner, 29, no Paraná. Tatiane morava com o marido, o professor de Biologia Luis Felipe Manvailer, preso e suspeito de tê-la jogado pela janela do quarto andar do prédio.
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