Guitarrista morre vítima de hemorragia após acidente doméstico
Marcello Cassettari, da banda Virgulóides, morreu na segunda-feira (20). O velório e sepultamento do corpo do músico aconteceu nessa quarta (22) no cemitério de Praia Grande, no litoral sul de São Paulo.
Marcello foi vítima de uma hemorragia interna após cair no banheiro de casa e quebrar as costelas. O artista foi levado às pressas para o pronto-socorro do hospital Irmã Dulce de Praia Grande, onde fez um raio-X e exames de sangue. Mesmo com dores, ele foi liberado pelos médicos. A família do músico acusa a equipe que o socorreu de negligência no atendimento.
Nos anos 1990, Marcello ficou conhecido quando integrou o grupo Virgulóides (formado por Paulo Jiraya, Henrique Lima e Beto Demoreaux), que fez muito sucesso com a música Bagulho no Bumba. Ele era um dos músicos contratados pela banda e amigo pessoal de Paulo Jiraya. O baterista lamentou a morte precoce de Marcello.
— Existia uma admiração muito grande entre a gente. Eu conheci o Marcello em 1995 em um grupo de samba onde ele tocava. Fui eu que indiquei ele pra tocar no Virgulóides. Então, fiquei muito chateado com essa situação que aconteceu. Ele não tinha doença, num dia ele estava vivo, no outro, ele não estava mais porque alguém cometeu algum erro. Esse tipo de coisa é inconcebível, é muito triste.
Marcello deixa mulher, uma filha e um filho.
Marcello foi vítima de uma hemorragia interna após cair no banheiro de casa e quebrar as costelas. O artista foi levado às pressas para o pronto-socorro do hospital Irmã Dulce de Praia Grande, onde fez um raio-X e exames de sangue. Mesmo com dores, ele foi liberado pelos médicos. A família do músico acusa a equipe que o socorreu de negligência no atendimento.
Nos anos 1990, Marcello ficou conhecido quando integrou o grupo Virgulóides (formado por Paulo Jiraya, Henrique Lima e Beto Demoreaux), que fez muito sucesso com a música Bagulho no Bumba. Ele era um dos músicos contratados pela banda e amigo pessoal de Paulo Jiraya. O baterista lamentou a morte precoce de Marcello.
— Existia uma admiração muito grande entre a gente. Eu conheci o Marcello em 1995 em um grupo de samba onde ele tocava. Fui eu que indiquei ele pra tocar no Virgulóides. Então, fiquei muito chateado com essa situação que aconteceu. Ele não tinha doença, num dia ele estava vivo, no outro, ele não estava mais porque alguém cometeu algum erro. Esse tipo de coisa é inconcebível, é muito triste.
Marcello deixa mulher, uma filha e um filho.
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