Falta de água preocupa moradores do município de Quebrangulo, AL
A falta de água em Quebrangulo, no interior de Alagoas, preocupa os moradores do município que sofrem com racionamento. Segundo a prefeitura do Município, o volume de chuva esperado desde o início do ano caiu pela metade e os açudes estão bem abaixo da média.
Para amenizar os problemas causados pela falta de água e intensificar o abastecimento, carros-pipas foram acionados antes do período de costume, que é em novembro.
Quebrangulo é um dos 38 municípios que estão em estado de emergência por conta da seca.
“Nós temos hoje uma lista de mais de 200 famílias que já solicitaram o abastecimento das cisternas, a expectativa do Município é que consiga a liberação do exército para atender a essas famílias que estão na espera, disse a Secretária de Agricultura de Quebrangulo, Valdelane Tenório.
Essa estiagem prejudica o consumo das famílias, a alimentação do gado e até o comércio da cidade. Por conta da seca, a agricultora Maria de Lourdes perdeu toda a plantação de milho e de feijão.
“É terrível. Tem gente que tem criança, uma zona carente e não tem como a gente se deslocar. Se não tem nem a água e nem o alimento, fica complicada a situação.
Na comunidade de Barro Vermelho, onde a agricultora Maria mora, é abastecida com auxílio de uma cisterna, mas o local está sem água há quatro dias.
"Tem que ir até uma outra cisterna pra ver se tem água e planejar durante o dia. No dia que lavar roupa, não pode lavar a casa", contou.
Para amenizar os problemas causados pela falta de água e intensificar o abastecimento, carros-pipas foram acionados antes do período de costume, que é em novembro.
Quebrangulo é um dos 38 municípios que estão em estado de emergência por conta da seca.
“Nós temos hoje uma lista de mais de 200 famílias que já solicitaram o abastecimento das cisternas, a expectativa do Município é que consiga a liberação do exército para atender a essas famílias que estão na espera, disse a Secretária de Agricultura de Quebrangulo, Valdelane Tenório.
Essa estiagem prejudica o consumo das famílias, a alimentação do gado e até o comércio da cidade. Por conta da seca, a agricultora Maria de Lourdes perdeu toda a plantação de milho e de feijão.
“É terrível. Tem gente que tem criança, uma zona carente e não tem como a gente se deslocar. Se não tem nem a água e nem o alimento, fica complicada a situação.
Na comunidade de Barro Vermelho, onde a agricultora Maria mora, é abastecida com auxílio de uma cisterna, mas o local está sem água há quatro dias.
"Tem que ir até uma outra cisterna pra ver se tem água e planejar durante o dia. No dia que lavar roupa, não pode lavar a casa", contou.
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