Ex-deputado Augusto Farias é absolvido da acusação de trabalho escravo no Pará
O ex-deputado federal e empresário Augusto Farias foi absolvido por unanimidade, pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), da denúncia de utilizar trabalhadores em regime de trabalho escravo.
A denúncia foi feita em março de 2003 por fiscais do Ministério Público do Trabalho, após uma vistoria na Fazenda Santa Ana, no Pará. A decisão da última sexta-feira (10) não cabe recurso.
Augusto Farias, que chegou a ser preso pela Polícia Federal durante a ação em sua propriedade, afirmou à reportagem, na tarde desta segunda-feira (13), que se sente aliviado pela decisão em seu favor, e destacou os prejuízos milionários.
"Estou aliviado por ter sido absolvido pela segunda vez desta acusação. Eles disseram que minha prisão era pra servir de exemplo no combate ao regime de escravidão. Só que nunca pratiquei este tipo de crime e a prova está aí. Absolvido em todas as instâncias possíveis", relatou.
Farias relatou que teve um prejuízo nas vendas de mais de R$ 1 milhão, porque deixou de comercializar bezerros durante o período em que a fazenda esteve interditada pela PF e MPT, além dos R$ 500 mil que pagou em indenizações aos trabalhadores à época.
"Deixo uma pergunta no ar: quem vai pagar a conta? Porque deixei de vender mais de R$ 1 milhão com os animais e fui obrigado a pagar um total de R$ 500 mil em indenizações. Agora, eu fui absolvido nas duas instâncias, quem vai pagar a conta?", questionou Farias.
Por fim, ele relatou que, após o ocorrido, recebeu uma proposta para vender a fazenda. Ele retornou para Maceió e, desde então, é proprietário em uma empresa de segurança privada.
A denúncia foi feita em março de 2003 por fiscais do Ministério Público do Trabalho, após uma vistoria na Fazenda Santa Ana, no Pará. A decisão da última sexta-feira (10) não cabe recurso.
Augusto Farias, que chegou a ser preso pela Polícia Federal durante a ação em sua propriedade, afirmou à reportagem, na tarde desta segunda-feira (13), que se sente aliviado pela decisão em seu favor, e destacou os prejuízos milionários.
"Estou aliviado por ter sido absolvido pela segunda vez desta acusação. Eles disseram que minha prisão era pra servir de exemplo no combate ao regime de escravidão. Só que nunca pratiquei este tipo de crime e a prova está aí. Absolvido em todas as instâncias possíveis", relatou.
Farias relatou que teve um prejuízo nas vendas de mais de R$ 1 milhão, porque deixou de comercializar bezerros durante o período em que a fazenda esteve interditada pela PF e MPT, além dos R$ 500 mil que pagou em indenizações aos trabalhadores à época.
"Deixo uma pergunta no ar: quem vai pagar a conta? Porque deixei de vender mais de R$ 1 milhão com os animais e fui obrigado a pagar um total de R$ 500 mil em indenizações. Agora, eu fui absolvido nas duas instâncias, quem vai pagar a conta?", questionou Farias.
Por fim, ele relatou que, após o ocorrido, recebeu uma proposta para vender a fazenda. Ele retornou para Maceió e, desde então, é proprietário em uma empresa de segurança privada.
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