Polícia investiga se mulher mandou executar a PM Juliane em Paraisópolis
A Polícia Civil investiga se uma mulher responsável pela "disciplina" envolvendo mulheres na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, tenha sido mandante da morte da soldado da PM Juliane Duarte dos Santos. A mulher atuaria no tráfico da região. O corpo da policial foi encontrado dentro do porta-malas de um carro na noite desta segunda-feira (6) e enterrado na tarde desta terça-feira (7).
O corpo de Juliane estava no porta-malas de um carro abandonado no bairro de Jurubatuba, Zona Sul da Capital, a oito quilômetros da favela de Paraisópolis. A chave ficou no contato. Os investigadores tentam descobrir agora se o carro é clonado.
Peritos que estiveram na cena do crime encontraram indícios de que Juliane foi executada no porta-malas do carro, com um tiro na cabeça. Dentro do porta-malas, eles encontraram uma bala de uma pistola calibre .40, o mesmo calibre da arma usada pela policial.
Exames feitos no corpo da soldado indicam ainda que ela morreu na madrugada de segunda-feira, o que leva a polícia a acreditar que Juliane passou quatro dias refém dos criminosos.
Juliane tinha sido vista pela última vez, na madrugada de quinta-feira (2), em um bar na favela de Paraisópolis. Ela estava de férias. Testemunhas contaram que alguém reclamou que o celular tinha sumido. E que Juliane sacou a arma e avisou que era policial. Logo depois, quatro homens encapuzados chegaram e levaram a policial.
As testemunhas também ouviram tiros. Ao examinar o corpo de Juliane, os médicos do IML encontraram dois ferimentos à bala na altura da virilha.
A família, no entanto, acha estranha a história sobre o celular.
"O policial já é preparado, ela jamais, eu acho que jamais ia chegar e falar eu sou policial, se apresentar como policial, é uma história que tá muito embaraçosa", diz uma tia da policial.
A moto dela foi encontrada na sexta-feira (3) perto da Praça Panamericana, no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. A polícia já identificou o homem que aparece nas imagens, mas o nome dele é mantido em segredo. Ele ainda não foi preso.
Na noite de segunda-feira, um suspeito foi detido em Paraisópolis. É Everaldo da Silva Félix, conhecido como "Sem Fronteira". A polícia disse que ele tentou resistir a prisão e jogou fora os celulares, que foram recuperados e vão passar por perícia. Ele já esteve preso por homicídio, roubo e porte de drogas.
Desde o desaparecimento da soldado Juliane, a favela de Paraisópolis está ocupada pela polícia, que oferece uma recompensa de até R$ 50 mil reais por informações dos assassinos.
O corpo de Juliane estava no porta-malas de um carro abandonado no bairro de Jurubatuba, Zona Sul da Capital, a oito quilômetros da favela de Paraisópolis. A chave ficou no contato. Os investigadores tentam descobrir agora se o carro é clonado.
Peritos que estiveram na cena do crime encontraram indícios de que Juliane foi executada no porta-malas do carro, com um tiro na cabeça. Dentro do porta-malas, eles encontraram uma bala de uma pistola calibre .40, o mesmo calibre da arma usada pela policial.
Exames feitos no corpo da soldado indicam ainda que ela morreu na madrugada de segunda-feira, o que leva a polícia a acreditar que Juliane passou quatro dias refém dos criminosos.
Juliane tinha sido vista pela última vez, na madrugada de quinta-feira (2), em um bar na favela de Paraisópolis. Ela estava de férias. Testemunhas contaram que alguém reclamou que o celular tinha sumido. E que Juliane sacou a arma e avisou que era policial. Logo depois, quatro homens encapuzados chegaram e levaram a policial.
As testemunhas também ouviram tiros. Ao examinar o corpo de Juliane, os médicos do IML encontraram dois ferimentos à bala na altura da virilha.
A família, no entanto, acha estranha a história sobre o celular.
"O policial já é preparado, ela jamais, eu acho que jamais ia chegar e falar eu sou policial, se apresentar como policial, é uma história que tá muito embaraçosa", diz uma tia da policial.
A moto dela foi encontrada na sexta-feira (3) perto da Praça Panamericana, no Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. A polícia já identificou o homem que aparece nas imagens, mas o nome dele é mantido em segredo. Ele ainda não foi preso.
Na noite de segunda-feira, um suspeito foi detido em Paraisópolis. É Everaldo da Silva Félix, conhecido como "Sem Fronteira". A polícia disse que ele tentou resistir a prisão e jogou fora os celulares, que foram recuperados e vão passar por perícia. Ele já esteve preso por homicídio, roubo e porte de drogas.
Desde o desaparecimento da soldado Juliane, a favela de Paraisópolis está ocupada pela polícia, que oferece uma recompensa de até R$ 50 mil reais por informações dos assassinos.
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