Advogado diz que servidora do judiciário vazou informações de operação por meio de pedreiro
O advogado da servidora do Tribunal de Justiça presa ontem (6), suspeita de vazar informações sobre uma operação policial que cumpriu 23 mandados de busca e apreensão e terminou com sete pessoas presas em Arapiraca, no mês passado, disse à reportagem que sua cliente, Rita de Cássia da Silva, enviou o áudio sobre a operação para um pedreiro.
O advogado Wesley Souza de Andrade confirmou que Rita de Cássia enviou o áudio, mas nega que ela tenha tido a intenção de vazar informações para criminosos da região.
Ele explicou que Rita estava fazendo uma reforma em casa e o pedreiro que trabalhava lá foi preso, em uma ação anterior, por porte ilegal de arma. O advogado disse que ela teria adiantando um valor em dinheiro para que o pedreiro pagasse a fiança.
“Na semana da operação, ela estava fazendo a decisão dos mandados da operação, para o juiz da vara onde trabalhava, quando apareceu um nome e uma alcunha que batiam com o do pedreiro e ela chegou a ligar para ele para saber se ele estaria envolvido em algum crime”, explicou.
O advogado seguiu explicando que a ligação telefônica estava ruim e que a sua cliente decidiu mandar um áudio para o pedreiro cobrando explicações. “Ela sabe da gravidade do que cometeu, não se isenta disso, mas em nenhum momento teve a intenção de vazar informações ou de prejudicar a ação da polícia”, concluiu.
Exoneração
Ontem, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) divulgou nota em que confirma a determinação da exoneração da servidora, que foi publicada do Diário Oficial da Justiça de hoje.
De acordo com a publicação, Rita de Cássia da Silva foi exonerada a pedido do juiz titular da 8ª Vara Criminal da cidade, considerando o teor do processo administrativo n.º 2018/10.161, que apura a responsabilidade dela no fato.
O advogado Wesley Souza de Andrade confirmou que Rita de Cássia enviou o áudio, mas nega que ela tenha tido a intenção de vazar informações para criminosos da região.
Ele explicou que Rita estava fazendo uma reforma em casa e o pedreiro que trabalhava lá foi preso, em uma ação anterior, por porte ilegal de arma. O advogado disse que ela teria adiantando um valor em dinheiro para que o pedreiro pagasse a fiança.
“Na semana da operação, ela estava fazendo a decisão dos mandados da operação, para o juiz da vara onde trabalhava, quando apareceu um nome e uma alcunha que batiam com o do pedreiro e ela chegou a ligar para ele para saber se ele estaria envolvido em algum crime”, explicou.
O advogado seguiu explicando que a ligação telefônica estava ruim e que a sua cliente decidiu mandar um áudio para o pedreiro cobrando explicações. “Ela sabe da gravidade do que cometeu, não se isenta disso, mas em nenhum momento teve a intenção de vazar informações ou de prejudicar a ação da polícia”, concluiu.
Exoneração
Ontem, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) divulgou nota em que confirma a determinação da exoneração da servidora, que foi publicada do Diário Oficial da Justiça de hoje.
De acordo com a publicação, Rita de Cássia da Silva foi exonerada a pedido do juiz titular da 8ª Vara Criminal da cidade, considerando o teor do processo administrativo n.º 2018/10.161, que apura a responsabilidade dela no fato.
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