Secretaria de Saúde de Girau do Ponciano promove capacitação sobre Síndrome de Hunter
Durante todo o dia de ontem, quinta-feira (02), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Girau do Ponciano, reuniu no CEP – Centro de Educação Profissional, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes de saúde e outros profissionais que atuam na saúde do município, a fim de capacitar os mesmos para busca ativa dos problemas relacionados à Síndrome de Hunter.
A Síndrome de Hunter ou mucopolissacaridose tipo II, é um distúrbio genético crônico com risco à vida e, apesar de ser muito rara, Alagoas é o estado do nordeste com maior número de casos, 14 - num total de 56 - em toda região.
Em parceria com o laboratório Shire (empresa de biotecnologia), a SMS reuniu no CEP, pela manhã, os agentes de saúde (ACS) e, à tarde, os médicos, enfermeiros, cirurgiões-dentistas, técnicos de enfermagem e demais profissionais da Atenção Básica, além de representantes do Hospital Municipal, CAPS e Policlínica Municipal, os quais receberam orientações por parte da enfermeira Kátia Miranda e do representante da Shire, Leonardo, sobre como reconhecer as características clínicas da Síndrome de Hunter.
“Por ser uma doença raríssima, a gente faz esse trabalho, justamente pra que os agentes comunitários, estes profissionais que estão à frente, estão lidando com a saúde, eles possam entender e conhecer um pouquinho dessa doença e identificar melhor em busca ativa”, disse a enfermeira Kátia Miranda.
A Síndrome de Hunter ou mucopolissacaridose tipo II, é um distúrbio genético crônico com risco à vida e, apesar de ser muito rara, Alagoas é o estado do nordeste com maior número de casos, 14 - num total de 56 - em toda região.
Em parceria com o laboratório Shire (empresa de biotecnologia), a SMS reuniu no CEP, pela manhã, os agentes de saúde (ACS) e, à tarde, os médicos, enfermeiros, cirurgiões-dentistas, técnicos de enfermagem e demais profissionais da Atenção Básica, além de representantes do Hospital Municipal, CAPS e Policlínica Municipal, os quais receberam orientações por parte da enfermeira Kátia Miranda e do representante da Shire, Leonardo, sobre como reconhecer as características clínicas da Síndrome de Hunter.
“Por ser uma doença raríssima, a gente faz esse trabalho, justamente pra que os agentes comunitários, estes profissionais que estão à frente, estão lidando com a saúde, eles possam entender e conhecer um pouquinho dessa doença e identificar melhor em busca ativa”, disse a enfermeira Kátia Miranda.
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