Arapiraca pretende criar feira literária seguindo modelo da Flip do Rio de Janeiro
Literatura é imersão. Dito isto, parte da equipe da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Juventude (SMCLJ) literalmente “se afundou” num mar de letras durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no interior do Rio de Janeiro.
O evento, um dos maiores da área na América Latina, está em sua 16ª edição e é prato cheio de referências e vivências que servirão de aporte para um projeto-piloto que em breve deve ser anunciado em Arapiraca, com uma feira literária.
Para isso, a secretária da SMCLJ, Rosângela Carvalho, e o coordenador de Produção, Fomento, Difusão e Política da SMCLJ, Igor Machado, estiveram imergindo desde a última quarta-feira (25) em palestras, oficinas, mesas-redondas, rodadas de conversas, saraus e estandes de livros.
“Estamos sob efeito de muita Arte e literatura. A cidade toda fica com a atmosfera da Festa. As ruas são fechadas exclusivamente para pedestres; praças e casas acolhem diversas atividades. Há palestras de autores e artistas em ambientes fechados e toda programação é disponibilizada em painéis de LED na área externa, de forma gratuita. As igrejas se tornam galerias de arte; restaurantes e quintais viram espaços de apresentação de novos autores; as casas, ambientes de instalações que reproduzem obras ou enaltecem trajetórias de escritores”, diz Rosângela Carvalho.
Segundo a secretária, a residência com a instalação da homenageada da Flipe deste ano, a autora paulista Hilda Hilst, ficou “divinamente preparada para encantar” os visitantes.
“Jovens que atuam em associações de audiovisual passeiam registrando tudo. Nas praças, em cada árvore, há livros pendurados, puffs e um monitor para ler e interagir com os leitores. Estamos encantados!”, completa ela, ao lado de Igor Machado e da poeta Marta Eugênia, que também acompanhou o grupo. A Flip se encerrou neste domingo (29), com várias outras programações acontecendo simultaneamente pela cidade, como o Ocupa Paraty com shows musicais.
O ambiente, como um todo, estava tomado por temáticas de transcendência, morte e Deus, como bem disse a curadora da Flip, jornalista cultural e historiadora Joselia Aguiar. Literatura é, de fato, imersão.
O evento, um dos maiores da área na América Latina, está em sua 16ª edição e é prato cheio de referências e vivências que servirão de aporte para um projeto-piloto que em breve deve ser anunciado em Arapiraca, com uma feira literária.
Para isso, a secretária da SMCLJ, Rosângela Carvalho, e o coordenador de Produção, Fomento, Difusão e Política da SMCLJ, Igor Machado, estiveram imergindo desde a última quarta-feira (25) em palestras, oficinas, mesas-redondas, rodadas de conversas, saraus e estandes de livros.
“Estamos sob efeito de muita Arte e literatura. A cidade toda fica com a atmosfera da Festa. As ruas são fechadas exclusivamente para pedestres; praças e casas acolhem diversas atividades. Há palestras de autores e artistas em ambientes fechados e toda programação é disponibilizada em painéis de LED na área externa, de forma gratuita. As igrejas se tornam galerias de arte; restaurantes e quintais viram espaços de apresentação de novos autores; as casas, ambientes de instalações que reproduzem obras ou enaltecem trajetórias de escritores”, diz Rosângela Carvalho.
Segundo a secretária, a residência com a instalação da homenageada da Flipe deste ano, a autora paulista Hilda Hilst, ficou “divinamente preparada para encantar” os visitantes.
“Jovens que atuam em associações de audiovisual passeiam registrando tudo. Nas praças, em cada árvore, há livros pendurados, puffs e um monitor para ler e interagir com os leitores. Estamos encantados!”, completa ela, ao lado de Igor Machado e da poeta Marta Eugênia, que também acompanhou o grupo. A Flip se encerrou neste domingo (29), com várias outras programações acontecendo simultaneamente pela cidade, como o Ocupa Paraty com shows musicais.
O ambiente, como um todo, estava tomado por temáticas de transcendência, morte e Deus, como bem disse a curadora da Flip, jornalista cultural e historiadora Joselia Aguiar. Literatura é, de fato, imersão.
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