Militares fazem campanha par adquirir próteses para policial de Alagoas baleada em assalto

Por Redação com Alagoas 24 Horas 11/07/2018 19h07 - Atualizado em 11/07/2018 23h11
Por Redação com Alagoas 24 Horas 11/07/2018 19h07 Atualizado em 11/07/2018 23h11
Militares fazem campanha par adquirir próteses para policial de Alagoas baleada em assalto
Foto: Reprodução
A soldado Jaiane Rose Pereira Ribeiro e seus colegas de farda retomaram a campanha de arrecadação de dinheiro para custear próteses para a militar, iniciada no mês passado. Jaiane foi baleada durante um assalto no estado de Pernambuco, no dia 25 de março deste ano.

A militar, lotada no 6º BPM de Maragogi – AL, perdeu alguns dedos das mãos e também foi atingida no tórax durante a ação criminosa.

De acordo com a tenente-coronel Camila Paiva, do Corpo de Bombeiros, a campanha teve início no mês passado, mas como a Polícia Militar de Alagoas havia se comprometido em arcar com os custos, a ação solidária foi encerrada. No entanto, a prótese ainda não foi adquirida, a soldado resolveu retomar a campanha.

“Infelizmente, até o momento, não conseguimos os recursos para que ela conseguisse a prótese. Tivemos uma campanha, mas após a corporação informar que arcaria com os custos ela foi encerrada. No entanto, até agora, não foi possível ser adquirida a prótese para a soldado Jaiane. Então, contamos com o apoio de todos para que possamos fazer esta arrecadação para que ela tente voltar a vida normal”, disse a oficial.

As próteses, que não são fabricadas em Maceió, foram orçadas em cerca de R$7.500. Além dos gastos com os dispositivos, a soldado precisará ainda custear as viagens. A ajuda pode ser feita por meio do depósito na conta da própria soldado, abaixo:

Caixa Econômica Federal
AG: 3695
OP: 001
CC: 20925-9

O caso

A soldado Jaiane Pereira foi baleada durante um assalto registrado no último domingo (25), no município de Jundiá (PE). Ela estava acompanhada do marido, no veículo do casal, e havia deixado a capital alagoana - após fazer a prova do concurso do Tribunal de Justiça - quando foi interceptada por criminosos, que a reconheceram como policial. Ela reagiu e acabou baleada no tórax e nas mãos.