Caso Cleciane: Laudo de DNA em ossada que pode ser da criança desaparecida sai em 20 dias, diz perícia
O exame de DNA nas amostras retiradas de uma ossada encontrada no município de Igaci, que pode ser da pequena Cleciane Pereira, de 10 anos, desaparecida desde junho do ano passado em Arapiraca, deve ser concluído nos próximos 20 dias.
A informação é da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, por meio do Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística, que analisa o material extraído dos restos mortais e vai comparar com amostras biológicas da mãe da menina.
Em entrevista à Rádio Pajuçara FM Arapiraca, nesta quinta-feira (28), o delegado que investiga o caso, Thiago Prado, confirmou que apenas uma linha de investigação foi mantida, após a verificação de todas as provas e denúncias levantadas no decorrer das diligências.
“Avançamos muito desde que tivemos acesso a este caso. Agora, aguardamos o resultado do exame de DNA feito nos restos mortais encontrados na Lagoa do Félix para iniciar a conclusão do inquérito”, disse o delegado.
A ossada foi encontrada em março deste ano, na zona rural do município de Igaci. A garota vivia com a mãe, o padrasto e mais dois irmãos, em Arapiraca.
Na época, a família disse não saber o motivo do desaparecimento da menina. "Ela não saía muito de casa; só ia mais para casa de parentes ou quando a mãe pedia para levar algum recado, mas não demorava na rua. Cleciane nunca desapareceu antes”, contou a tia, Mércia Pereira da Silva. “Acreditamos que seja a ossada dela porque minha irmã [mãe da vítima] reconheceu a presilha, o short jeans e a blusa lilás que ela usava no dia em que desapareceu”, disse.
A informação é da Perícia Oficial do Estado de Alagoas, por meio do Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística, que analisa o material extraído dos restos mortais e vai comparar com amostras biológicas da mãe da menina.
Em entrevista à Rádio Pajuçara FM Arapiraca, nesta quinta-feira (28), o delegado que investiga o caso, Thiago Prado, confirmou que apenas uma linha de investigação foi mantida, após a verificação de todas as provas e denúncias levantadas no decorrer das diligências.
“Avançamos muito desde que tivemos acesso a este caso. Agora, aguardamos o resultado do exame de DNA feito nos restos mortais encontrados na Lagoa do Félix para iniciar a conclusão do inquérito”, disse o delegado.
A ossada foi encontrada em março deste ano, na zona rural do município de Igaci. A garota vivia com a mãe, o padrasto e mais dois irmãos, em Arapiraca.
Na época, a família disse não saber o motivo do desaparecimento da menina. "Ela não saía muito de casa; só ia mais para casa de parentes ou quando a mãe pedia para levar algum recado, mas não demorava na rua. Cleciane nunca desapareceu antes”, contou a tia, Mércia Pereira da Silva. “Acreditamos que seja a ossada dela porque minha irmã [mãe da vítima] reconheceu a presilha, o short jeans e a blusa lilás que ela usava no dia em que desapareceu”, disse.
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