Caso Cleiciane: Delegado diz que aguarda laudo do IML para conclusão das investigações
O Delegado da 4ª Delegacia Regional de Polícia de Arapiraca, Thiago Prado, falou durante entrevista à Rádio Pajuçara, na manhã desta quarta-feira (27), sobre os avanços nas investigações sobre o sumiço da menina Cleiciane Pereira da Silva, de 10 anos, que desapareceu no dia 4 de junho de 2017, no residencial Agreste, localizado em Arapiraca.
De acordo com o delegado, inicialmente existiam três linhas de investigação, que foram eliminadas após maior apuração do caso.
“Nós avançamos nesse tempo em que estamos à frente desse caso. A gente observou que no início havia umas três linhas possíveis de investigação. Inclusive, eram consideradas plausíveis levando em consideração as circunstâncias daquilo que estava ali representado no inquérito policial. Nesse intervalo de tempo, conseguimos eliminar algumas linhas, com maior investigação, que eram linhas falsas, conduzindo a um erro”, relatou Prado.
Ainda segundo o delegado o caso ainda não foi concluído, por causa do atraso na entrega do laudo pericial de uma ossada encontrada no dia 15 de março.
“Hoje estamos bem melhor, posso até dizer que temos uma linha de trabalho. Entretanto, a nossa dificuldade é ter o laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) constatando se aqueles restos mortais encontrados na Lagoa do Félix, povoado do município de Igaci, se trata realmente da jovem Cleiciane. Assim que obtivermos esse laudo pericial, nós acreditamos que vamos chegar ao desfecho desse caso”, informou.
Thiago Prado disse ainda que o IML alegou que a demanda é muito grande para a realização de exames de DNA e devido a esse fluxo há o atraso de meses na entrega do resultado do exame que indicaria se a ossada encontrada pertence a menina ou não.
De acordo com o delegado, inicialmente existiam três linhas de investigação, que foram eliminadas após maior apuração do caso.
“Nós avançamos nesse tempo em que estamos à frente desse caso. A gente observou que no início havia umas três linhas possíveis de investigação. Inclusive, eram consideradas plausíveis levando em consideração as circunstâncias daquilo que estava ali representado no inquérito policial. Nesse intervalo de tempo, conseguimos eliminar algumas linhas, com maior investigação, que eram linhas falsas, conduzindo a um erro”, relatou Prado.
Ainda segundo o delegado o caso ainda não foi concluído, por causa do atraso na entrega do laudo pericial de uma ossada encontrada no dia 15 de março.
“Hoje estamos bem melhor, posso até dizer que temos uma linha de trabalho. Entretanto, a nossa dificuldade é ter o laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) constatando se aqueles restos mortais encontrados na Lagoa do Félix, povoado do município de Igaci, se trata realmente da jovem Cleiciane. Assim que obtivermos esse laudo pericial, nós acreditamos que vamos chegar ao desfecho desse caso”, informou.
Thiago Prado disse ainda que o IML alegou que a demanda é muito grande para a realização de exames de DNA e devido a esse fluxo há o atraso de meses na entrega do resultado do exame que indicaria se a ossada encontrada pertence a menina ou não.
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