Alagoas já contabiliza oito assassinatos de homossexuais somente em 2018
O adolescente Davi Trindade Sinfrônio foi o 8º homossexual assassinado em Alagoas somente este ano. A informação é do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), que cobra não apenas a redução dos números, mas também a elucidação de todos os crimes, seguida de políticas de prevenção.
O corpo da vítima da vez foi encontrado, nesta quarta-feira, no Cleto Marques Luz, parte alta da capital. O caso deve ser investigado pela equipe da Delegacia de Homicídios.
Presidente do GGAL, Nildo Correia afirma que, além dos oito casos de assassinato, foram quatro os suicídios registrados em 2018.
"Soube do que aconteceu pela imprensa. Fui averiguar a situação por meio de amigos e tomei conhecimento de que ele foi morto a pedradas, tendo o rosto desfigurado", relatou Correia, acrescentando, que, no ano passado, fora,m 23 homossexuais mortos no estado.
À Gazetaweb, o presidente do GGAL afirmou, ainda, que a entidade luta pela reativação do Grupo de Trabalho de Segurança Pública. "É um grupo de trabalho e monitoramento desses assassinatos e de medidas de prevenção à violência contra a população LGBT. Faz parte da estrutura da Segurança Pública e conta a participação de outras instituições da sociedade civil como um todo", destacou.
Números disponíveis no portal "Homofobia Mata", que atualiza diariamente os assassinatos de homossexuais no Brasil, dão conta de que, este ano, foram 197 vítimas em todo o país, com Alagoas figurando como um dos estados mais violentos no tocante a crimes contra a comunidade LGBT.
O corpo da vítima da vez foi encontrado, nesta quarta-feira, no Cleto Marques Luz, parte alta da capital. O caso deve ser investigado pela equipe da Delegacia de Homicídios.
Presidente do GGAL, Nildo Correia afirma que, além dos oito casos de assassinato, foram quatro os suicídios registrados em 2018.
"Soube do que aconteceu pela imprensa. Fui averiguar a situação por meio de amigos e tomei conhecimento de que ele foi morto a pedradas, tendo o rosto desfigurado", relatou Correia, acrescentando, que, no ano passado, fora,m 23 homossexuais mortos no estado.
À Gazetaweb, o presidente do GGAL afirmou, ainda, que a entidade luta pela reativação do Grupo de Trabalho de Segurança Pública. "É um grupo de trabalho e monitoramento desses assassinatos e de medidas de prevenção à violência contra a população LGBT. Faz parte da estrutura da Segurança Pública e conta a participação de outras instituições da sociedade civil como um todo", destacou.
Números disponíveis no portal "Homofobia Mata", que atualiza diariamente os assassinatos de homossexuais no Brasil, dão conta de que, este ano, foram 197 vítimas em todo o país, com Alagoas figurando como um dos estados mais violentos no tocante a crimes contra a comunidade LGBT.
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