Policiais envolvidos em agressão no Fórum de Maceió serão indiciados
A guarnição do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) envolvida na confusão em frente ao Fórum de Maceió, que deixou um funcionário da OAB baleado, atendeu à intimação do delegado Robervaldo Davino, do 6º Distrito Policial (DP), para prestar depoimento na manhã desta terça-feira (19).
A autoridade policial que comanda o inquérito confirmou que deve haver indiciamento, mas não adiantou qual o crime a ser enquadrado.
Os policiais chegaram à delegacia sem farda, acompanhado de advogados, e não quiseram falar com a imprensa. A reportagem da Gazeta de Alagoas tentou abordar o soldado Cyro da Vera Cruz, que confessou ser o responsável por atirar na perna de José Geovânio da Graça, mas ele se recusou a dar qualquer declaração.
O delegado Davino disse que tem um entendimento acerca do fato, mas que prefere não adiantá-lo agora. "Nossa obrigação é investigar o episódio, já que aconteceu na circunscrição do 6º Distrito. Vamos ouvir as pessoas que participaram diretamente do fato delituoso e ao final fazer o relatório e encaminhar à Justiça".
Ele reafirmou que dificilmente o fato se caracteriza como tentativa de homicídio, pois o tiro atingiu a perna da vítima. E confirmou que a situação mais delicada no inquérito é do soldado Vera Cruz, que efetuou o disparo.
"Já tomamos o depoimento de pessoas que estavam no local e da OAB, confirmando que a vítima trabalha na instituição desde 2008", afirmou.
Geovânio responde na Justiça por tentativa de homicídio, em um caso que envolve a filha dele, que foi violentada e ele tomou satisfações contra o agressor.
Na última quinta-feira, 14, Geovânio foi ouvido por um oficial designado pela Corregedoria da Polícia Militar, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). À imprensa, chegou a dizer que não portava uma faca - como dito pelo autor do disparo no dia da confusão - e que teme retornar ao trabalho.
O funcionário da OAB ainda se recupera do ferimento provocado pelo tiro na perna direita. Imagens da confusão foram parar nas redes sociais, com Geovânio alegando abuso de autoridade por parte da guarnição que o abordou.
A autoridade policial que comanda o inquérito confirmou que deve haver indiciamento, mas não adiantou qual o crime a ser enquadrado.
Os policiais chegaram à delegacia sem farda, acompanhado de advogados, e não quiseram falar com a imprensa. A reportagem da Gazeta de Alagoas tentou abordar o soldado Cyro da Vera Cruz, que confessou ser o responsável por atirar na perna de José Geovânio da Graça, mas ele se recusou a dar qualquer declaração.
O delegado Davino disse que tem um entendimento acerca do fato, mas que prefere não adiantá-lo agora. "Nossa obrigação é investigar o episódio, já que aconteceu na circunscrição do 6º Distrito. Vamos ouvir as pessoas que participaram diretamente do fato delituoso e ao final fazer o relatório e encaminhar à Justiça".
Ele reafirmou que dificilmente o fato se caracteriza como tentativa de homicídio, pois o tiro atingiu a perna da vítima. E confirmou que a situação mais delicada no inquérito é do soldado Vera Cruz, que efetuou o disparo.
"Já tomamos o depoimento de pessoas que estavam no local e da OAB, confirmando que a vítima trabalha na instituição desde 2008", afirmou.
Geovânio responde na Justiça por tentativa de homicídio, em um caso que envolve a filha dele, que foi violentada e ele tomou satisfações contra o agressor.
Na última quinta-feira, 14, Geovânio foi ouvido por um oficial designado pela Corregedoria da Polícia Militar, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). À imprensa, chegou a dizer que não portava uma faca - como dito pelo autor do disparo no dia da confusão - e que teme retornar ao trabalho.
O funcionário da OAB ainda se recupera do ferimento provocado pelo tiro na perna direita. Imagens da confusão foram parar nas redes sociais, com Geovânio alegando abuso de autoridade por parte da guarnição que o abordou.
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