Mãe cobra respostas do assassinato dos dois filhos em Maceió
A dona de casa Liliane de Almeida Lins Xavier esteve na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Chã de Bebedouro, na manhã desta segunda-feira (18), para prestar depoimento acerca da morte de Adalberto Victor Monteiro Xavier Lins, de 17 anos.
Ela se queixou da passividade da Polícia Civil e diz que desde a morte de seu outro filho, Alberto Xavier, em março deste ano, que não teve respostas do crime.
Ela disse à imprensa que não sabe a quem atribuir as mortes e que nenhuma testemunha foi ouvida desde o assassinato de seu primeiro filho.
"Não tenho resposta nem do Alberto e agora nem do Adalberto. Na verdade, desde o Alberto não tive resposta. As pessoas não foram ouvidas, nada aconteceu", reclamou.
Ela espera que o início dos depoimentos ajude a esclarecer os homicídios. "Creio primeiramente em Deus e depois na justiça dos homens para que isso venha a acabar. Tenho esperança de que tudo isso seja esclarecido", disse.
O padrasto dos jovens também compareceu à delegacia, mas não quis se identificar. Ele relatou que a polícia estaria pressionando o enteado mais novo, de 15 anos, a relatar tudo o que aconteceu e que o irmão mais velho dele também havia sido convocado para prestar depoimento, mas que ele não pôde comparecer.
O delegado Ronilson Medeiros, que está conduzindo as investigações, não quis falar com a imprensa.
Ela se queixou da passividade da Polícia Civil e diz que desde a morte de seu outro filho, Alberto Xavier, em março deste ano, que não teve respostas do crime.
Ela disse à imprensa que não sabe a quem atribuir as mortes e que nenhuma testemunha foi ouvida desde o assassinato de seu primeiro filho.
"Não tenho resposta nem do Alberto e agora nem do Adalberto. Na verdade, desde o Alberto não tive resposta. As pessoas não foram ouvidas, nada aconteceu", reclamou.
Ela espera que o início dos depoimentos ajude a esclarecer os homicídios. "Creio primeiramente em Deus e depois na justiça dos homens para que isso venha a acabar. Tenho esperança de que tudo isso seja esclarecido", disse.
O padrasto dos jovens também compareceu à delegacia, mas não quis se identificar. Ele relatou que a polícia estaria pressionando o enteado mais novo, de 15 anos, a relatar tudo o que aconteceu e que o irmão mais velho dele também havia sido convocado para prestar depoimento, mas que ele não pôde comparecer.
O delegado Ronilson Medeiros, que está conduzindo as investigações, não quis falar com a imprensa.
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