Renan Filho diz que apuração sobre grupo de extermínio deve ser rápida e profunda
O governador Renan Filho (MDB) disse apoiar a investigação do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a existência de um suposto grupo de extermínio com a participação de militares em Alagoas. Detalhes da apuração foram revelados, em primeira mão, pela Gazeta de Alagoas, na edição desse fim de semana.
Em entrevista à imprensa, na manhã desta segunda-feira (18), antes da inauguração do novo prédio do IML de Maceió, Renan Filho foi questionado sobre o assunto e afirmou que a investigação deve acontecer mesmo e da maneira mais célere possível.
"Deve ser profunda e, se houver responsáveis, eles devem ser punidos. Grupo de extermínio dentro ou fora de qualquer instituição deve ser combatido com veemência. Acho que esse é um papel que as instituições devem trabalhar solidariamente", avalia o governador.
A reportagem especial da Gazeta de Alagoas revela que o MPE está de olho no sumiço de nove jovens ocorrido de maneira semelhante no estado. A hipótese levantada pelo Ministério Público é que eles foram vítimas de um grupo de extermínio que atua na capital há cerca de oito meses, mais ou menos.
Dos nove casos investigados, seis deles apontam os suspeitos em um veículo de cor prata, mas, em todos eles, a alegação é se tratar de uma ação policial, apesar de não estarem devidamente caracterizados ou com mandados em mãos.
O promotor de justiça Magno Alexandre, responsável pela Promotoria do Controle Externo da Atividade Policial, acredita que os assassinos seriam, de fato, policiais militares. Ele afirma que espera concluir a denúncia até o fim deste ano e apresentar robustas provas à sociedade.
*Com Gazeta de Alagoas
Em entrevista à imprensa, na manhã desta segunda-feira (18), antes da inauguração do novo prédio do IML de Maceió, Renan Filho foi questionado sobre o assunto e afirmou que a investigação deve acontecer mesmo e da maneira mais célere possível.
"Deve ser profunda e, se houver responsáveis, eles devem ser punidos. Grupo de extermínio dentro ou fora de qualquer instituição deve ser combatido com veemência. Acho que esse é um papel que as instituições devem trabalhar solidariamente", avalia o governador.
A reportagem especial da Gazeta de Alagoas revela que o MPE está de olho no sumiço de nove jovens ocorrido de maneira semelhante no estado. A hipótese levantada pelo Ministério Público é que eles foram vítimas de um grupo de extermínio que atua na capital há cerca de oito meses, mais ou menos.
Dos nove casos investigados, seis deles apontam os suspeitos em um veículo de cor prata, mas, em todos eles, a alegação é se tratar de uma ação policial, apesar de não estarem devidamente caracterizados ou com mandados em mãos.
O promotor de justiça Magno Alexandre, responsável pela Promotoria do Controle Externo da Atividade Policial, acredita que os assassinos seriam, de fato, policiais militares. Ele afirma que espera concluir a denúncia até o fim deste ano e apresentar robustas provas à sociedade.
*Com Gazeta de Alagoas
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