Mãe de Roberta Dias disse que “tem ódio de quem assassinou sua filha”
Após seis anos, um crânio que pode ser de Roberta Dias foi encontrado pela família neste domingo (10), em um terreno no Pontal do Peba, em Piaçabuçu. A mãe de Roberta, Mônica Reis, disse que o único sentimento que ela teve ao encontrar o crânio foi de ódio contra quem praticou o crime.
O caso de Roberta Dias ainda não foi totalmente solucionado. A jovem estava grávida e foi sequestrada e executada em abril de 2012. O corpo nunca foi encontrado. Os suspeitos identificados como Karlo Bruno Pereira Tavares e Saulo Araújo, pai do filho que Roberta esperava, estão em liberdade.
Segundo Mônica, na manhã de ontem, ela recebeu uma ligação anônima informando o paradeiro do crânio que poderia ser de Roberta. “Imediatamente liguei para os amigos dela, para a Delegacia de Penedo e para o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca e Maceió, mas ninguém tinha recebido nenhuma informação sobre o caso”, relatou.
Mônica disse que foi juntamente com o esposo e uma prima para localizar o crânio. “Chegamos lá umas 9h e encontramos umas 12h30. Acionamos a polícia e o IML”, informou.
A mãe de Roberta também disse que registrou o boletim de ocorrência para fazer o exame de DNA, mas, nesta segunda-feira (11), ligou para o IML e foi informada de que o exame ainda não foi feito, mas que provavelmente é um crânio feminino.
Ainda não há certeza de que é mesmo de Roberta, mas Mônica contou que no momento em que ela encontrou o crânio, a sensação de ódio tomou conta dela.
“Ela estava sem arcada dentária e eu me lembrei dos áudios que falavam sobre isso, meu esposo e minha prima choraram, mas eu tive ódio da situação e de quem cometeu o crime”, desabafou.
O caso de Roberta Dias ainda não foi totalmente solucionado. A jovem estava grávida e foi sequestrada e executada em abril de 2012. O corpo nunca foi encontrado. Os suspeitos identificados como Karlo Bruno Pereira Tavares e Saulo Araújo, pai do filho que Roberta esperava, estão em liberdade.
Segundo Mônica, na manhã de ontem, ela recebeu uma ligação anônima informando o paradeiro do crânio que poderia ser de Roberta. “Imediatamente liguei para os amigos dela, para a Delegacia de Penedo e para o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca e Maceió, mas ninguém tinha recebido nenhuma informação sobre o caso”, relatou.
Mônica disse que foi juntamente com o esposo e uma prima para localizar o crânio. “Chegamos lá umas 9h e encontramos umas 12h30. Acionamos a polícia e o IML”, informou.
A mãe de Roberta também disse que registrou o boletim de ocorrência para fazer o exame de DNA, mas, nesta segunda-feira (11), ligou para o IML e foi informada de que o exame ainda não foi feito, mas que provavelmente é um crânio feminino.
Ainda não há certeza de que é mesmo de Roberta, mas Mônica contou que no momento em que ela encontrou o crânio, a sensação de ódio tomou conta dela.
“Ela estava sem arcada dentária e eu me lembrei dos áudios que falavam sobre isso, meu esposo e minha prima choraram, mas eu tive ódio da situação e de quem cometeu o crime”, desabafou.
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