Reeducando de Alagoas fica em 1° lugar em concurso nacional de redação
O reeducando do Núcleo Ressocializador da Capital, Arthur Fonseca, foi o grande vencedor do concurso de redação promovido pela Defensoria Pública da União. Com o tema ‘Mais Direitos, Menos Grades!’, o concurso buscou despertar o interesse por temas relacionados à educação em direitos e cidadania no ambiente carcerário, sendo destinado a alunos dos ensinos fundamental e médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A premiação oficial aconteceu em Brasília e contou com a presença do chefe do NRC, agente penitenciário Élder Rodrigues, que acompanhou o reeducando na solenidade. Além de Artur Fonceca, outros reeducandos da unidade também tiveram um desempenho expressivo e foram homenageados na semana passada, em solenidade especial na Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris).
"Essa premiação prova que estamos no caminho certo: ressocializar por meio da educação. Os professores da Escola Paulo Jorge, que trabalham com os custodiados do Núcleo Ressocializador, sempre elogiam o empenho e a força de vontade dos alunos para aprender. Eles buscam o melhor, e os resultados comprovam isso. A participação em concursos é uma maneira de mostrar que os reeducandos estão se recuperando", afirmou Élder Rodrigues.
Arthur Fonseca agradeceu a oportunidade e atenção da Seris: “Quando recebi a notícia sobre o meu desempenho, a emoção foi muito grande. Minha família também ficou feliz e esse resultado representa muito para mim. Quero ser profissionalizado, estudar e adquirir mais conhecimento. Os alunos se esforçam e a sociedade têm percebido a mudança. Quando sair do cárcere disseminarei bons valores”.
Educação nos presídios
O gestor da Escola Paulo Jorge, Mario Cesar, fala sobre o impacto oriundo do desempenho dos reeducandos. “Levamos a temática para a sala de aula e os alunos trabalharam o tema. A gestão da escola sente-se honrada em estar inserida nesse contexto, com uma representatividade expressiva. O desempenho obtido no concurso serve de estímulo ainda mais para mudar a vida dos custodiados”, falou o educador.
A gerente de Educação, Produção e Laborterapia, agente penitenciária Andréa Rodrigues, lembra da mobilização da equipe de trabalho. “Essa foi a terceira edição do concurso, com a participação de mais de seis mil inscritos, e tivemos o privilégio de ter nove reeducandos de uma única unidade prisional de Alagoas se destacando. Isso é o resultado do trabalho que o grupo vem fazendo; há muita gente trabalhando na missão de ressocializar”.
A premiação oficial aconteceu em Brasília e contou com a presença do chefe do NRC, agente penitenciário Élder Rodrigues, que acompanhou o reeducando na solenidade. Além de Artur Fonceca, outros reeducandos da unidade também tiveram um desempenho expressivo e foram homenageados na semana passada, em solenidade especial na Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris).
"Essa premiação prova que estamos no caminho certo: ressocializar por meio da educação. Os professores da Escola Paulo Jorge, que trabalham com os custodiados do Núcleo Ressocializador, sempre elogiam o empenho e a força de vontade dos alunos para aprender. Eles buscam o melhor, e os resultados comprovam isso. A participação em concursos é uma maneira de mostrar que os reeducandos estão se recuperando", afirmou Élder Rodrigues.
Arthur Fonseca agradeceu a oportunidade e atenção da Seris: “Quando recebi a notícia sobre o meu desempenho, a emoção foi muito grande. Minha família também ficou feliz e esse resultado representa muito para mim. Quero ser profissionalizado, estudar e adquirir mais conhecimento. Os alunos se esforçam e a sociedade têm percebido a mudança. Quando sair do cárcere disseminarei bons valores”.
Educação nos presídios
O gestor da Escola Paulo Jorge, Mario Cesar, fala sobre o impacto oriundo do desempenho dos reeducandos. “Levamos a temática para a sala de aula e os alunos trabalharam o tema. A gestão da escola sente-se honrada em estar inserida nesse contexto, com uma representatividade expressiva. O desempenho obtido no concurso serve de estímulo ainda mais para mudar a vida dos custodiados”, falou o educador.
A gerente de Educação, Produção e Laborterapia, agente penitenciária Andréa Rodrigues, lembra da mobilização da equipe de trabalho. “Essa foi a terceira edição do concurso, com a participação de mais de seis mil inscritos, e tivemos o privilégio de ter nove reeducandos de uma única unidade prisional de Alagoas se destacando. Isso é o resultado do trabalho que o grupo vem fazendo; há muita gente trabalhando na missão de ressocializar”.
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