Conseg pede afastamento de militares envolvidos em confusão com funcionário da OAB-AL
O Conselho de Segurança Pública (Conseg) pediu o afastamento dos policiais militares Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) envolvidos em uma confusão que terminou com um funcionário da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB-AL) baleado na segunda-feira (4).
A informação foi confirmada nesta quarta-feira (6) pelo vice-presidente do conselho, Antônio Carlos Gouveia, no Bom Dia Alagoas.
“O Conseg verifica toda a conduta dos agentes de segurança pública. O que vimos foi uma desproporcionalidade, porque tinha um flanelinha e dois policiais, que poderiam ter imobilizado ele. Disse que o funcionário agrediu os militares e que estava com uma arma, mas isso não aconteceu”, afirma.
Ainda segundo Gouveia, os militares envolvidos nessa confusão estão sendo investigados pelo desaparecimento de um menino há quatro meses.
“Como há o histórico, solicitamos o afastamento dos militares até que tudo seja apurado. Tudo isso cria um ambiente de suspensão. É preciso analisar o psicológico desses policiais. Vamos montar um calendário de monitoramento mais preciso e que os militares com alguma particularidade possa ser submetido a tratamento específico”, afirma.
Na terça-feira (5), o Comando-Geral da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) determinou a abertura de Procedimento Administrativo para apurar a conduta dos policiais.
A informação foi confirmada nesta quarta-feira (6) pelo vice-presidente do conselho, Antônio Carlos Gouveia, no Bom Dia Alagoas.
“O Conseg verifica toda a conduta dos agentes de segurança pública. O que vimos foi uma desproporcionalidade, porque tinha um flanelinha e dois policiais, que poderiam ter imobilizado ele. Disse que o funcionário agrediu os militares e que estava com uma arma, mas isso não aconteceu”, afirma.
Ainda segundo Gouveia, os militares envolvidos nessa confusão estão sendo investigados pelo desaparecimento de um menino há quatro meses.
“Como há o histórico, solicitamos o afastamento dos militares até que tudo seja apurado. Tudo isso cria um ambiente de suspensão. É preciso analisar o psicológico desses policiais. Vamos montar um calendário de monitoramento mais preciso e que os militares com alguma particularidade possa ser submetido a tratamento específico”, afirma.
Na terça-feira (5), o Comando-Geral da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) determinou a abertura de Procedimento Administrativo para apurar a conduta dos policiais.
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