Agentes penitenciários denunciam presença de barata em alimentos
Agentes plantonistas da Penitenciária de Segurança Máxima de Alagoas denunciaram a presença de baratas em alimentos fornecidos pelo Sistema Prisional do Estado. Só neste ano, de acordo com o Sindicato, já foram encontrados caramujos, larvas e pedaços de vidro misturados com os alimentos que são fornecidos aos agentes plantonistas.
O presidente do Sindapen, Kleyton Anderson, alega que estão sendo ofertados alimentos contaminados para os agentes e atribui o caso ao fato de que os reeducandos que preparam as refeições. "Todos estão cansados do descaso do governo. Oferecer um alimento contaminado, ou ainda exposto a baratas, larvas, moscas e sujeiras é uma falta de respeito com o trabalhador. Para completar, nosso alimento é preparado por reeducandos, apesar da secretaria dizer o contrário", disse.
De acordo com o Sindapen, além da contaminação, outra denúncia daria conta do armazenamento da comida, que não dispõe de local e equipamentos adequados. Para o presidente do sindicato, Kleyton Anderson, a melhor solução seria a implementação de auxílio-alimentação para os agentes penitenciários.
"Estamos reivindicando o auxílio alimentação, igualmente o fornecido à Polícia Militar e Polícia Civil, visto que o estado não tem como fazer comida para cinco mil pessoas, diariamente, em cada refeição", disse o presidente. Uma das principais causas do descaso é apontado pela categoria quando se trata de toda a alimentação direcionada aos agentes ser feita por ex-presidiários em regime semi-aberto, o que, de acordo com Anderson, é negado pela Seris.
Segundo Anderson, a alimentação dos agentes penitenciários é uma reclamação antiga. "Sempre ficaram de resolver, e agora a gente intensificou essa solicitação", completou.
O presidente do Sindapen, Kleyton Anderson, alega que estão sendo ofertados alimentos contaminados para os agentes e atribui o caso ao fato de que os reeducandos que preparam as refeições. "Todos estão cansados do descaso do governo. Oferecer um alimento contaminado, ou ainda exposto a baratas, larvas, moscas e sujeiras é uma falta de respeito com o trabalhador. Para completar, nosso alimento é preparado por reeducandos, apesar da secretaria dizer o contrário", disse.
De acordo com o Sindapen, além da contaminação, outra denúncia daria conta do armazenamento da comida, que não dispõe de local e equipamentos adequados. Para o presidente do sindicato, Kleyton Anderson, a melhor solução seria a implementação de auxílio-alimentação para os agentes penitenciários.
"Estamos reivindicando o auxílio alimentação, igualmente o fornecido à Polícia Militar e Polícia Civil, visto que o estado não tem como fazer comida para cinco mil pessoas, diariamente, em cada refeição", disse o presidente. Uma das principais causas do descaso é apontado pela categoria quando se trata de toda a alimentação direcionada aos agentes ser feita por ex-presidiários em regime semi-aberto, o que, de acordo com Anderson, é negado pela Seris.
Segundo Anderson, a alimentação dos agentes penitenciários é uma reclamação antiga. "Sempre ficaram de resolver, e agora a gente intensificou essa solicitação", completou.
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