Dermaphysa: projeto de Arapiraca concorre ao prêmio 'Boas ideias não têm idade”
“O reino vegetal tem contribuído para espécie humana como fonte de alimento, medicamento e cosmético desde os tempos mais longínquos. Muitos fatores vêm colaborando no desenvolvimento de práticas de saúde que incluam plantas medicinais, principalmente econômico-sociais.”
Assim inicia o projeto de três estudantes, egressas da Escola Estadual Professora Izaura Antônia Lisboa (Epial), que participarão da segunda edição do “Trakto Marketing Show”, o maior evento de marketing, inovação e vendas do Nordeste, que acontece nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho, em Maceió.
“O projeto surgiu enquanto estávamos começando o ensino médio – em 2015 -, mediante a observação que fizemos com os diabéticos e suas consequências. E aí observamos a dificuldade que o paciente diabético tem [na cicatrização de ferimentos] e suas consequências”, disse Maria Beatriz, uma das componentes do estudo.
Orientadas pela professora Nadja Maria, Maria Beatriz e suas duas amigas, Maria Carolyne e Wanessa Kelly, observaram, durante a pesquisa, que pessoas de baixa renda são as mais atingidas, pois não dispõem de recursos para adquirir medicamentos para controlar o diabetes.
Foi a partir desta perspectiva que as estudantes resolveram produzir um fitoterápico utilizando uma erva daninha com o nome de Nicandra Physaloides, popularmente conhecida como Joá-de-capote, e a casca do fruto da romã, conseguindo, assim, criar uma pomada com efeito anti-inflamatório, antibacteriano e com ação cicatrizante, que agrega, ao mesmo tempo, baixo custo e eficiência na cicatrização de erupções cutâneas.
No Trakto Marketing Show, as jovens cientistas empreendedoras apresentarão sua proposta, juntamente com outros três grupos de alunos de escolas públicas de Alagoas, no prêmio “Boas ideias não têm idade”, que pretende eleger a melhor ação no conceito de empreendedorismo como proposta social.
As jovens cientistas empreendedoras já participaram de várias feiras científicas no Brasil e ganharam, inclusive, credenciamento para participar de feiras internacionais, nos EUA e Colômbia, por exemplo, mas não conseguiram liberação de recursos por parte do Estado.
“Sempre tivemos em mente que o jovem tem capacidade para desenvolver o que ele quiser, apesar de todas as dificuldades enfrentadas pelo ensino público”, conclui Maria Beatriz.
Assim inicia o projeto de três estudantes, egressas da Escola Estadual Professora Izaura Antônia Lisboa (Epial), que participarão da segunda edição do “Trakto Marketing Show”, o maior evento de marketing, inovação e vendas do Nordeste, que acontece nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho, em Maceió.
“O projeto surgiu enquanto estávamos começando o ensino médio – em 2015 -, mediante a observação que fizemos com os diabéticos e suas consequências. E aí observamos a dificuldade que o paciente diabético tem [na cicatrização de ferimentos] e suas consequências”, disse Maria Beatriz, uma das componentes do estudo.
Orientadas pela professora Nadja Maria, Maria Beatriz e suas duas amigas, Maria Carolyne e Wanessa Kelly, observaram, durante a pesquisa, que pessoas de baixa renda são as mais atingidas, pois não dispõem de recursos para adquirir medicamentos para controlar o diabetes.
Foi a partir desta perspectiva que as estudantes resolveram produzir um fitoterápico utilizando uma erva daninha com o nome de Nicandra Physaloides, popularmente conhecida como Joá-de-capote, e a casca do fruto da romã, conseguindo, assim, criar uma pomada com efeito anti-inflamatório, antibacteriano e com ação cicatrizante, que agrega, ao mesmo tempo, baixo custo e eficiência na cicatrização de erupções cutâneas.
No Trakto Marketing Show, as jovens cientistas empreendedoras apresentarão sua proposta, juntamente com outros três grupos de alunos de escolas públicas de Alagoas, no prêmio “Boas ideias não têm idade”, que pretende eleger a melhor ação no conceito de empreendedorismo como proposta social.
As jovens cientistas empreendedoras já participaram de várias feiras científicas no Brasil e ganharam, inclusive, credenciamento para participar de feiras internacionais, nos EUA e Colômbia, por exemplo, mas não conseguiram liberação de recursos por parte do Estado.
“Sempre tivemos em mente que o jovem tem capacidade para desenvolver o que ele quiser, apesar de todas as dificuldades enfrentadas pelo ensino público”, conclui Maria Beatriz.
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