MPE acredita que Justiça acolherá recurso para novo julgamento de Mirella Granconnato
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), aguarda confiante que a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJ/AL), acolha, nesta terça-feira (30), o recurso de apelação interposto para submeter Mirella Granconato a novo julgamento pela morte da universitária Giovana Tenório, assassinada em 2011. O julgamento teve início no dia 02 de maio, mas foi pedido vistas pelo desembargador José Carlos Malta Marques. No entanto, já existem dois votos favoráveis, o do juiz relator Maurílio Ferraz, e do desembargador Sebastião Costa Filho. O procurador de Justiça, Antônio Arecipo manterá a representatividade do MPE/AL.
No dia 11 de outubro de 2017, durante o julgamento de Mirella Granconato, o promotor de Justiça Antônio Villas Boas sustentou a tese de homicídio duplamente qualificado, praticado com requintes de crueldade, mas a ré foi condenada pelo Tribunal do Júri a menos de quatro anos de reclusão, apenas pelo crime de ocultação de cadáver.
“Espero apenas que o TJ faça a justiça que os jurados não fizeram quando do julgamento da acusada. O MP aguarda com muita expectativa e confiante de que a Câmara Criminal acolha o recurso interposto e mande Mirella novamente ao banco dos réus. Porque o que ocorreu no ano passado, é inaceitável”, afirma o promotor Villas Boas.
O Conselho de Sentença reconheceu, à época, Mirella como culpada por ocultação de cadáver, mas por clemência a absolveu da acusação de mandante do crime, inclusive a decisão foi recebida com surpresa pelo juiz John Silas.
O caso
Giovanna Tenório foi sequestrada em junho de 2011, quando saía da faculdade particular, onde era estudante de Fisioterapia. Após dias de buscas, seu corpo foi encontrado num canavial em Rio Largo, região metropolitana de Maceió, envolvido em um lençol.
Desde o início, para o Ministério Público Mirella mandou matar Giovanna á a autora intelectual do crime e teria planejado a morte de Giovanna por ciúmes do ex-marido, Antônio de Pádua Bandeira.
No dia 11 de outubro de 2017, durante o julgamento de Mirella Granconato, o promotor de Justiça Antônio Villas Boas sustentou a tese de homicídio duplamente qualificado, praticado com requintes de crueldade, mas a ré foi condenada pelo Tribunal do Júri a menos de quatro anos de reclusão, apenas pelo crime de ocultação de cadáver.
“Espero apenas que o TJ faça a justiça que os jurados não fizeram quando do julgamento da acusada. O MP aguarda com muita expectativa e confiante de que a Câmara Criminal acolha o recurso interposto e mande Mirella novamente ao banco dos réus. Porque o que ocorreu no ano passado, é inaceitável”, afirma o promotor Villas Boas.
O Conselho de Sentença reconheceu, à época, Mirella como culpada por ocultação de cadáver, mas por clemência a absolveu da acusação de mandante do crime, inclusive a decisão foi recebida com surpresa pelo juiz John Silas.
O caso
Giovanna Tenório foi sequestrada em junho de 2011, quando saía da faculdade particular, onde era estudante de Fisioterapia. Após dias de buscas, seu corpo foi encontrado num canavial em Rio Largo, região metropolitana de Maceió, envolvido em um lençol.
Desde o início, para o Ministério Público Mirella mandou matar Giovanna á a autora intelectual do crime e teria planejado a morte de Giovanna por ciúmes do ex-marido, Antônio de Pádua Bandeira.
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