Mesmo com a perda de 30t de bananas, produtor apoia paralisação
A paralisação que já dura mais de uma semana nas estradas estaduais e federais de todo o Brasil provocou diversos prejuízos para os inúmeros comerciantes. Um deles é o produtor e vendedor alagoano de bananas, Ailton Lucena. Durante a paralisação, cerca de 30 toneladas que saíram da Bahia para Alagoas precisaram ser doadas para comunidades que vivem às margens das estradas após os caminhões ficarem presos em bloqueios realizados por manifestantes. As mercadorias estavam em bom estado e ainda não tinham estragado.
Há 20 anos trabalhando com esse tipo de mercadoria e transportando bananas pelas estradas brasileiras, Lucena revelou que nunca viu uma conjuntura igual a esta. Apesar do prejuízo que teve com a paralisação, o produtor defendeu a importância do movimento, alertando que, neste momento, é preciso retomar a normalidade.
"Perdemos 30 toneladas de mercadoria nos últimos dias, mas o movimento que aconteceu é importante para o país, visto que, diariamente, o custo com o transporte sobe porque o combustível é reajustado nas refinarias. Não havia possibilidade de trabalhar com estes custos todos sem ter ideia de quanto vai ser amanhã", afirma.
Ele classificou como "anarquia" os constantes reajustes que o óleo diesel - combustível utilizado para caminhões -, sofre diante da política de preço da Petrobras adotada há um ano. Com as conquistas deste movimento, Ailton Lucena acredita que é hora de retomar a normalidade, caso contrário tudo pode virar um "caos".
Apesar de os bloqueios continuarem em várias estradas do país, o empresário já retomou os trabalhos e colocou novos caminhões na estrada. Os veículos foram buscar mercadoria no interior de Pernambuco.
Há 20 anos trabalhando com esse tipo de mercadoria e transportando bananas pelas estradas brasileiras, Lucena revelou que nunca viu uma conjuntura igual a esta. Apesar do prejuízo que teve com a paralisação, o produtor defendeu a importância do movimento, alertando que, neste momento, é preciso retomar a normalidade.
"Perdemos 30 toneladas de mercadoria nos últimos dias, mas o movimento que aconteceu é importante para o país, visto que, diariamente, o custo com o transporte sobe porque o combustível é reajustado nas refinarias. Não havia possibilidade de trabalhar com estes custos todos sem ter ideia de quanto vai ser amanhã", afirma.
Ele classificou como "anarquia" os constantes reajustes que o óleo diesel - combustível utilizado para caminhões -, sofre diante da política de preço da Petrobras adotada há um ano. Com as conquistas deste movimento, Ailton Lucena acredita que é hora de retomar a normalidade, caso contrário tudo pode virar um "caos".
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