Caminhões liberam Av. Fernandes Lima, em Maceió, após negociação
Após dois dias de protestos, a Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, foi liberada. Policiais militares e equipes da Superintendência Municipal de Trânsito (SMTT) conseguiram negociar com os manifestantes e, aos poucos, as carretas que ocupavam o acostamento nos dois sentidos do corredor de transportes deixaram a região.
A reportagem da TV Gazeta acompanhou toda a movimentação e conversou com o comandante do BPTran, major Felipe Lins. "Após algumas horas de diálogo, finalmente, convencemos os caminhoneiros a desocupar a avenida, que é o 'coração' de Maceió. Mostramos aos manifestantes que o bloqueio só dificulta a situação aqui. O importante é que eles entendam que somos parceiros e isso se resolve na base do diálogo", comentou o major, acrescentando que a polícia vai acompanhar os caminhoneiros até a região de Messias, evitando, assim, outros transtornos.
PROTESTOS
Desde a noite do domingo (27), os manifestantes estavam na avenida, quando se reuniram para chamar a atenção da população quanto ao preço do combustível. Aos poucos, o protesto ganhou adesão de populares sem nenhum vínculo político ou sindical, agravando ainda mais o trânsito na avenida.
Além do preço do combustível, os manifestantes pediam a intervenção militar no país, segurando faixas e gritando palavras de ordem no acostamento do canteiro central da via. Populares pararam os carros em uma das mãos da via e, vestidos de verde e amarelo, cantaram o Hino Nacional.
Por sua vez, na madrugada desta terça-feira (29), as carretas permaneciam enfileiradas nos dois sentidos da Fernandes Lima, mais precisamente, no acostamento do canteiro. Até um guindaste exibindo a bandeira do Brasil esteve no local como forma de chamar a atenção de quem passava pela região.
Em virtude do congestionamento, os motoristas que transitavam no sentido Tabuleiro poderiam seguir pelo eixo-viário, enquanto os que desciam tinham a opção de seguir pelo bairro do Pinheiro, de forma a evitar mais transtornos na região.
A reportagem da TV Gazeta acompanhou toda a movimentação e conversou com o comandante do BPTran, major Felipe Lins. "Após algumas horas de diálogo, finalmente, convencemos os caminhoneiros a desocupar a avenida, que é o 'coração' de Maceió. Mostramos aos manifestantes que o bloqueio só dificulta a situação aqui. O importante é que eles entendam que somos parceiros e isso se resolve na base do diálogo", comentou o major, acrescentando que a polícia vai acompanhar os caminhoneiros até a região de Messias, evitando, assim, outros transtornos.
PROTESTOS
Desde a noite do domingo (27), os manifestantes estavam na avenida, quando se reuniram para chamar a atenção da população quanto ao preço do combustível. Aos poucos, o protesto ganhou adesão de populares sem nenhum vínculo político ou sindical, agravando ainda mais o trânsito na avenida.
Além do preço do combustível, os manifestantes pediam a intervenção militar no país, segurando faixas e gritando palavras de ordem no acostamento do canteiro central da via. Populares pararam os carros em uma das mãos da via e, vestidos de verde e amarelo, cantaram o Hino Nacional.
Por sua vez, na madrugada desta terça-feira (29), as carretas permaneciam enfileiradas nos dois sentidos da Fernandes Lima, mais precisamente, no acostamento do canteiro. Até um guindaste exibindo a bandeira do Brasil esteve no local como forma de chamar a atenção de quem passava pela região.
Em virtude do congestionamento, os motoristas que transitavam no sentido Tabuleiro poderiam seguir pelo eixo-viário, enquanto os que desciam tinham a opção de seguir pelo bairro do Pinheiro, de forma a evitar mais transtornos na região.
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