MPT recomenda que casas de farinha voltem a funcionar, mas em condições dignas de trabalho
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recomendou, na última sexta-feira (18) que os proprietários de todas as casas de farinha do Agreste alagoano reabram os estabelecimentos e voltem a comercializar o produto, com a condição de que garantam medidas dignas de saúde e segurança a seus trabalhadores. A medida foi definida na Procuradoria do Trabalho em Arapiraca, durante audiência realizada com diversas instituições ligadas ao setor.
O procurador do MPT Rodrigo Alencar afirmou que os proprietários das casas de farinha deverão oferecer água potável e instalações sanitárias adequadas a seus empregados, respeitar a jornada de trabalho dentro dos limites legais e coibir qualquer forma de trabalho infantil. O procurador do MPT também recomendou que os estabelecimentos passem por avaliação de um técnico de Saúde e Segurança do Trabalho, que deve avaliar a existência de risco grave e iminente para a segurança e saúde dos trabalhadores.
Segundo Alencar, a recomendação do MPT tem o objetivo de manter a única fonte de emprego e renda de muitos trabalhadores da região e, ao mesmo tempo, garantir que a atividade seja realizada de forma digna, sem qualquer forma de condição subumana ou de risco aos trabalhadores. “Recomendamos o retorno das atividades porque as casas de farinha são o único meio de sobrevivência de muitos trabalhadores. Se os proprietários seguirem as normas previstas na lei, eles se livram do rótulo de trabalho degradante e voltam a produzir sem a preocupação de uma fiscalização trabalhista”, disse o procurador.
O MPT também orientou que as empresas beneficiadoras da farinha de mandioca podem retomar a compra do produto, a partir desta sexta-feira, 18, sem receio de penalização pelos órgãos de fiscalização trabalhista.
Durante a audiência, representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES), Sebrae Alagoas, Sindicatos de Trabalhadores Rurais e proprietários das distribuidoras discutiram a situação da produção da farinha no estado. Dentre as propostas, as instituições propuseram a criação de um selo de qualidade para a comercialização legal da farinha de mandioca e a implementação de um programa de regularização com a inclusão dos produtores.
Audiências
Um Procedimento Promocional foi instaurado pelo MPT para tratar das questões trabalhista e social, para que a cadeia produtiva da mandioca seja analisada de maneira geral. No dia 14 de junho, às 9h, será realizada audiência com a Secretaria da Fazenda (Sefaz), Instituto de Meio Ambiente (IMA), Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Secretaria de Agricultura (Seagri) e Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), além do Ministério da Agricultura, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Já no dia 15 de junho, às 9h, devem comparecer os Conselhos Tutelares, Secretarias de Assistência Social e prefeitos dos municípios envolvidos. E, também no dia 15, às 13h, participam de audiência os compradores e distribuidores da mandioca. Todos os encontros acontecem na Procuradoria do Trabalho em Arapiraca (por trás do Arapiraca Garden Shopping).
O procurador do MPT Rodrigo Alencar afirmou que os proprietários das casas de farinha deverão oferecer água potável e instalações sanitárias adequadas a seus empregados, respeitar a jornada de trabalho dentro dos limites legais e coibir qualquer forma de trabalho infantil. O procurador do MPT também recomendou que os estabelecimentos passem por avaliação de um técnico de Saúde e Segurança do Trabalho, que deve avaliar a existência de risco grave e iminente para a segurança e saúde dos trabalhadores.
Segundo Alencar, a recomendação do MPT tem o objetivo de manter a única fonte de emprego e renda de muitos trabalhadores da região e, ao mesmo tempo, garantir que a atividade seja realizada de forma digna, sem qualquer forma de condição subumana ou de risco aos trabalhadores. “Recomendamos o retorno das atividades porque as casas de farinha são o único meio de sobrevivência de muitos trabalhadores. Se os proprietários seguirem as normas previstas na lei, eles se livram do rótulo de trabalho degradante e voltam a produzir sem a preocupação de uma fiscalização trabalhista”, disse o procurador.
O MPT também orientou que as empresas beneficiadoras da farinha de mandioca podem retomar a compra do produto, a partir desta sexta-feira, 18, sem receio de penalização pelos órgãos de fiscalização trabalhista.
Durante a audiência, representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES), Sebrae Alagoas, Sindicatos de Trabalhadores Rurais e proprietários das distribuidoras discutiram a situação da produção da farinha no estado. Dentre as propostas, as instituições propuseram a criação de um selo de qualidade para a comercialização legal da farinha de mandioca e a implementação de um programa de regularização com a inclusão dos produtores.
Audiências
Um Procedimento Promocional foi instaurado pelo MPT para tratar das questões trabalhista e social, para que a cadeia produtiva da mandioca seja analisada de maneira geral. No dia 14 de junho, às 9h, será realizada audiência com a Secretaria da Fazenda (Sefaz), Instituto de Meio Ambiente (IMA), Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Secretaria de Agricultura (Seagri) e Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), além do Ministério da Agricultura, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Já no dia 15 de junho, às 9h, devem comparecer os Conselhos Tutelares, Secretarias de Assistência Social e prefeitos dos municípios envolvidos. E, também no dia 15, às 13h, participam de audiência os compradores e distribuidores da mandioca. Todos os encontros acontecem na Procuradoria do Trabalho em Arapiraca (por trás do Arapiraca Garden Shopping).
Últimas Notícias
Maceió
Polícia Militar prende suspeito de provocar incêndio criminoso em Maceió
Brasil / Mundo
Receita vai pagar restituição automática do IR para quem não declarar
Cidades
Jovem de 23 anos morre após acidente de moto na AL-220, em São José da Tapera
Arapiraca
Homem é preso em Piranhas suspeito de agredir companheira com socos e facão no Sertão de Alagoas
Brasil / Mundo
Adolescente de 14 anos esfaqueia três colegas dentro de escola em Pernambuco
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Debate sobre o dia 18 de maio em São Sebastião
TV JÁ É

