Detento engole cinco celulares e passa mal em presídio
Uma situação inusitada, mas que colocou em risco a vida de um presidiário de Formiga, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, foi registrada na manhã desta quinta-feira na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da cidade. O detento, que deu entrada no local com forte dor abdominal, náuseas e vômitos, admitiu ter engolido cinco aparelhos de celular com carregadores, depois de uma rápida saída do presídio. Um raio-X foi realizado e ficou constada a presença dos objetos no corpo dele, e à tarde ele deu entrada no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS).
De acordo com informações da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Formiga, que prestou os primeiros cuidados, por volta das 10h de ontem, o interno Riverson Costa Fernandes, de 31 anos, foi atendido. Durante as investigações médicas, o preso admitiu que estava em liberdade, por ocasião do indulto do dia das mães, quando engoliu os aparelhos. “Ele chegou para atendimento junto com os agentes penitenciários e acabou confessando que engoliu cinco celulares e dois carregadores. O paciente foi encaminhado para a sala de raio-X, onde após o exame, os equipamentos foram visualizados no estômago”, disse o médico que atendeu o detento na UPA, Vladimir Moreira Gomes.
O presidiário esperava expelir os aparelhos ao retornar do indulto para a cadeia, forçando o vômito. Porém, os seus planos deram errado, já que ele não conseguiu colocar para fora os celulares por meios naturais. Os corpos estranhos então começaram a causar reações em seu organismo, como a forte dor abdominal. Com quadro de saúde complicado, ele pediu ajuda ao departamento médico da unidade prisional.
Na UPA, depois de constatada a gravidade por meio de raio-X, os médicos consideram que a transferência para o HPS João XXIII seria o mais adequado do ponto de vista de equipamentos médicos e segurança. “Essa transferência foi solicitada devido à gravidade do quadro clínico e à falta de recursos necessários para o atendimento do caso. Ele precisaria passar por uma cirurgia para a retirada desses equipamentos”, avaliou.
A Central de Regulação do SAMU empenhou uma Unidade de Suporte Avançado (USA) para a transferência. Ao chegar na UPA a equipe avaliou o paciente e iniciou a transferência, feita com a presença de dois agentes penitenciários que tripularam a ambulância. A viatura seguiu até a capital sob escolta e deixou o paciente sob responsabilidade da equipe médica do Hospital João XXIII. “Ocorreu tudo bem na transferência, entretanto, o paciente se queixou durante todo trajeto de dores abdominais e náuseas”, disse o médico intervencionista do SAMU, Plínio Nunes.
Presidiário está no CTI do Hospital João XXIII
No João XXIII, apesar de a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) se negar a dá qualquer informação, apurou-se que alguns dos objetos foram retirados por meio de endoscopia. Porém, Riverson Fernandes está internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI), em estado grave, aguardando procedimentos para retirada dos demais aparelhos.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que seu pessoal da inteligência, por meio de monitoramento dos detentos que regressaram do benefício de saída temporária, concedido pelo Poder Judiciário, constataram que o detento Riverson Fernandes havia ingerido materiais ilícitos.
“O detento declarou que se tratava de cinco aparelhos celulares (tamanho aproximado de um pen drive) e um carregador. Considerando que as unidades locais de saúde não conseguiram realizar os procedimentos necessários, o custodiado foi conduzido ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde se encontra internado sob escolta aguardando o procedimento médico devido”, disse o comunicado.
De acordo com informações da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Formiga, que prestou os primeiros cuidados, por volta das 10h de ontem, o interno Riverson Costa Fernandes, de 31 anos, foi atendido. Durante as investigações médicas, o preso admitiu que estava em liberdade, por ocasião do indulto do dia das mães, quando engoliu os aparelhos. “Ele chegou para atendimento junto com os agentes penitenciários e acabou confessando que engoliu cinco celulares e dois carregadores. O paciente foi encaminhado para a sala de raio-X, onde após o exame, os equipamentos foram visualizados no estômago”, disse o médico que atendeu o detento na UPA, Vladimir Moreira Gomes.
O presidiário esperava expelir os aparelhos ao retornar do indulto para a cadeia, forçando o vômito. Porém, os seus planos deram errado, já que ele não conseguiu colocar para fora os celulares por meios naturais. Os corpos estranhos então começaram a causar reações em seu organismo, como a forte dor abdominal. Com quadro de saúde complicado, ele pediu ajuda ao departamento médico da unidade prisional.
Na UPA, depois de constatada a gravidade por meio de raio-X, os médicos consideram que a transferência para o HPS João XXIII seria o mais adequado do ponto de vista de equipamentos médicos e segurança. “Essa transferência foi solicitada devido à gravidade do quadro clínico e à falta de recursos necessários para o atendimento do caso. Ele precisaria passar por uma cirurgia para a retirada desses equipamentos”, avaliou.
A Central de Regulação do SAMU empenhou uma Unidade de Suporte Avançado (USA) para a transferência. Ao chegar na UPA a equipe avaliou o paciente e iniciou a transferência, feita com a presença de dois agentes penitenciários que tripularam a ambulância. A viatura seguiu até a capital sob escolta e deixou o paciente sob responsabilidade da equipe médica do Hospital João XXIII. “Ocorreu tudo bem na transferência, entretanto, o paciente se queixou durante todo trajeto de dores abdominais e náuseas”, disse o médico intervencionista do SAMU, Plínio Nunes.
Presidiário está no CTI do Hospital João XXIII
No João XXIII, apesar de a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) se negar a dá qualquer informação, apurou-se que alguns dos objetos foram retirados por meio de endoscopia. Porém, Riverson Fernandes está internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI), em estado grave, aguardando procedimentos para retirada dos demais aparelhos.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que seu pessoal da inteligência, por meio de monitoramento dos detentos que regressaram do benefício de saída temporária, concedido pelo Poder Judiciário, constataram que o detento Riverson Fernandes havia ingerido materiais ilícitos.
“O detento declarou que se tratava de cinco aparelhos celulares (tamanho aproximado de um pen drive) e um carregador. Considerando que as unidades locais de saúde não conseguiram realizar os procedimentos necessários, o custodiado foi conduzido ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde se encontra internado sob escolta aguardando o procedimento médico devido”, disse o comunicado.
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