Exploração sexual de menores cresce 6% em rodovias de Alagoas
Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apontam que houve um aumento de 6% no número de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias alagoanas, entre os biênios 2013/2014 e 2017/2018. Ceará, Rondônia e Paraíba são os três estados que acumulam a maior diferença, ou seja, as maiores ocorrências de exploração de menores nas estradas federais.
De acordo com o mapeamento da PRF, a exploração sexual deve ser analisada como fenômeno multifatorial e está relacionada com o consumo de drogas (lícitas e ilícitas), com a prostituição de adultos e com a grande rotatividade nos pontos de parada.
No que diz respeito aos resultados obtidos por regiões do país, o levantamento indica que houve aumento significativo no Norte do Brasil (160 pontos para 404), Nordeste (de 475 pontos para 644) e Sul (de 448 pontos para 575); uma estabilização do número de pontos no Sudeste e leve redução na região Centro-Oeste.
Por sua vez, Alagoas apresentou um aumento, ainda que mínimo, de 6%. No biênio 2013/2014, o número de registros chegou a 29, e em 2017/2018, 31 casos. Já em todo o país, 1.969 ocorrências de exploração foram registradas no primeiro biênio, aumentando para 2.487 casos no segundo biênio, representando, assim, um aumento de 21%.
Prevenção
O levantamento atesta, ainda, que houve adesão de 11 Superintendências Regionais a campanhas preventivas. Só em Alagoas, 417 pessoas foram alcançadas pela PRF, isto é, receberam orientações sobre o perigo de exposição de menores nas rodovias federais.
Conforme levantamento e observação da PRF, há uma tendência de redução do número de resgates nas rodovias federais, e isso se deve a fatores como a migração dos pontos de efetiva exploração para áreas fora da circunscrição da instituição, o conhecimento do trabalho realizado há anos pela PRF, a existência de transeuntes nas rodovias com maior orientação sobre a violação e a diversificação do modo de operação dos autores deste crime.
"Neste sentido é de extrema importância o envolvimento dos governos regionais e locais no enfrentamento, pois o crime, que era cometido nas rodovias federais, onde se verificou uma redução, está migrando para as circunscrições regionais e municipais, e não, acabando", diz trecho da pesquisa.
A coleta dos resultados é realizada em período determinado através da inserção de dados em aplicativo eletrônico, utilizando-se, para tal, principalmente, os celulares denominados de smartphones, por policiais rodoviários federais durante as rondas nas rodovias. Este aplicativo contém questões sobre as características encontradas nos pontos. A partir das respostas inseridas, o programa calcula e subdivide os pontos por nível de criticidade, consolida as informações em gráficos e permite a filtragem dos pontos para estudo detalhado.
De acordo com o mapeamento da PRF, a exploração sexual deve ser analisada como fenômeno multifatorial e está relacionada com o consumo de drogas (lícitas e ilícitas), com a prostituição de adultos e com a grande rotatividade nos pontos de parada.
No que diz respeito aos resultados obtidos por regiões do país, o levantamento indica que houve aumento significativo no Norte do Brasil (160 pontos para 404), Nordeste (de 475 pontos para 644) e Sul (de 448 pontos para 575); uma estabilização do número de pontos no Sudeste e leve redução na região Centro-Oeste.
Por sua vez, Alagoas apresentou um aumento, ainda que mínimo, de 6%. No biênio 2013/2014, o número de registros chegou a 29, e em 2017/2018, 31 casos. Já em todo o país, 1.969 ocorrências de exploração foram registradas no primeiro biênio, aumentando para 2.487 casos no segundo biênio, representando, assim, um aumento de 21%.
Prevenção
O levantamento atesta, ainda, que houve adesão de 11 Superintendências Regionais a campanhas preventivas. Só em Alagoas, 417 pessoas foram alcançadas pela PRF, isto é, receberam orientações sobre o perigo de exposição de menores nas rodovias federais.
Conforme levantamento e observação da PRF, há uma tendência de redução do número de resgates nas rodovias federais, e isso se deve a fatores como a migração dos pontos de efetiva exploração para áreas fora da circunscrição da instituição, o conhecimento do trabalho realizado há anos pela PRF, a existência de transeuntes nas rodovias com maior orientação sobre a violação e a diversificação do modo de operação dos autores deste crime.
"Neste sentido é de extrema importância o envolvimento dos governos regionais e locais no enfrentamento, pois o crime, que era cometido nas rodovias federais, onde se verificou uma redução, está migrando para as circunscrições regionais e municipais, e não, acabando", diz trecho da pesquisa.
A coleta dos resultados é realizada em período determinado através da inserção de dados em aplicativo eletrônico, utilizando-se, para tal, principalmente, os celulares denominados de smartphones, por policiais rodoviários federais durante as rondas nas rodovias. Este aplicativo contém questões sobre as características encontradas nos pontos. A partir das respostas inseridas, o programa calcula e subdivide os pontos por nível de criticidade, consolida as informações em gráficos e permite a filtragem dos pontos para estudo detalhado.
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