Polícia Federal prende advogado alagoano em aeroporto de São Paulo
A Polícia Federal, em cumprimento a mandado de prisão, deteve um advogado alagoano no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, nesta quarta-feira (16). Contra Antônio Pimentel havia um mandado expedido pela Justiça Federal em Alagoas.
O motivo da prisão não foi divulgado pela Polícia Federal, mas, segundo consulta aos autos do processo realizada pelo site Gazetaweb, foi constatado que o Antônio Pimentel Cavalcante é acusado de estelionato e fraude por pagamento em cheque.
Conforme o parecer do Ministério Público de Alagoas, as vítimas do golpe são dois moradores de São José da Tapera, localizado no Sertão alagoano, que receberiam uma verba indenizatória após a morte dos filhos causadas por choque elétrico.
As vítimas denunciaram que a verba não foi repassada pelo advogado, que posteriormente, emitiu cheques no valor de R$ 65.300 de uma conta desativada como forma de pagamento. Os crimes ocorreram entre os anos de 2013 e 2016.
O advogado foi trazido para Maceió e ouvido na sede da Polícia Federal de Alagoas, onde passará a noite. Nesta quinta-feira (17), ele será encaminhado para uma cela especial no Presídio Militar, localizado no complexo prisional.
Um representante da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL), o procurador adjunto de prerrogativas Lucas Moura, acompanhou a chegada do advogado à sede da PF. Segundo o representante, o próprio advogado entrou em contato e informou a OAB sobre a prisão, que ocorreu pouco antes do embarque. "Iremos acompanhar o caso para que as prerrogativas sejam mantidas", disse.
O motivo da prisão não foi divulgado pela Polícia Federal, mas, segundo consulta aos autos do processo realizada pelo site Gazetaweb, foi constatado que o Antônio Pimentel Cavalcante é acusado de estelionato e fraude por pagamento em cheque.
Conforme o parecer do Ministério Público de Alagoas, as vítimas do golpe são dois moradores de São José da Tapera, localizado no Sertão alagoano, que receberiam uma verba indenizatória após a morte dos filhos causadas por choque elétrico.
As vítimas denunciaram que a verba não foi repassada pelo advogado, que posteriormente, emitiu cheques no valor de R$ 65.300 de uma conta desativada como forma de pagamento. Os crimes ocorreram entre os anos de 2013 e 2016.
O advogado foi trazido para Maceió e ouvido na sede da Polícia Federal de Alagoas, onde passará a noite. Nesta quinta-feira (17), ele será encaminhado para uma cela especial no Presídio Militar, localizado no complexo prisional.
Um representante da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL), o procurador adjunto de prerrogativas Lucas Moura, acompanhou a chegada do advogado à sede da PF. Segundo o representante, o próprio advogado entrou em contato e informou a OAB sobre a prisão, que ocorreu pouco antes do embarque. "Iremos acompanhar o caso para que as prerrogativas sejam mantidas", disse.
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