Governo do Estado faz nova proposta de reajuste salarial para os militares
Numa reunião com as associações militares realizada na manhã desta quarta-feira (16), o Governo de Alagoas oficializou uma nova proposta de reajuste, mantendo os 12% apresentados anteriormente, mas reduzindo de quatro para três anos o período em que pretende aplicá-los, sendo 5% no ano de 2019, outros 5% em 2020, e os 2% restantes em 2021. A proposta será levada para a categoria em assembleia na próxima semana.
De acordo com a coronel Camila Paiva, da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas (ABMAL), o governo já adiantou, inclusive, que esta seria a proposta final, a fim de não comprometer sua política de ajuste fiscal, bem como a folha de pagamento do funcionalismo como um todo.
Contudo, após o encontro desta quarta, a coronel ressaltou que a decisão de aceitar ou não a nova proposta será tomada pela tropa, que vai se reunir na semana que vem.
"Esta proposta não é a adequada, mas avançou em comparação com aquilo que pedimos desde o início deste movimento. Porém, a decisão está na mão da tropa. E em caso de negativa, as ações previstas na operação padrão deverão sair do papel, na Capital e interior, além de outras medidas que estão à mesa", expôs Paiva.
Além do reajuste salarial, os militares cobram também a recomposição do valor destinado à compra de uniforme, que não é atualizado desde 2015. Eles alegam, ainda, que este mesmo recurso não é repassado para sargentos e oficiais.
Outras exigências dizem respeito à necessidade de se rever a Lei de Promoções e a verba para alimentação - no valor de R$ 20 -, já que, segundo as associações, os militares só podem fazer uma refeição (custeada pelo Estado) em 12 horas de serviço.
"Exigimos o mesmo tratamento destinado a outros servidores que integram a estrutura da Segurança Pública", emendou a presidente da ABMAL.
De acordo com a coronel Camila Paiva, da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas (ABMAL), o governo já adiantou, inclusive, que esta seria a proposta final, a fim de não comprometer sua política de ajuste fiscal, bem como a folha de pagamento do funcionalismo como um todo.
Contudo, após o encontro desta quarta, a coronel ressaltou que a decisão de aceitar ou não a nova proposta será tomada pela tropa, que vai se reunir na semana que vem.
"Esta proposta não é a adequada, mas avançou em comparação com aquilo que pedimos desde o início deste movimento. Porém, a decisão está na mão da tropa. E em caso de negativa, as ações previstas na operação padrão deverão sair do papel, na Capital e interior, além de outras medidas que estão à mesa", expôs Paiva.
Além do reajuste salarial, os militares cobram também a recomposição do valor destinado à compra de uniforme, que não é atualizado desde 2015. Eles alegam, ainda, que este mesmo recurso não é repassado para sargentos e oficiais.
Outras exigências dizem respeito à necessidade de se rever a Lei de Promoções e a verba para alimentação - no valor de R$ 20 -, já que, segundo as associações, os militares só podem fazer uma refeição (custeada pelo Estado) em 12 horas de serviço.
"Exigimos o mesmo tratamento destinado a outros servidores que integram a estrutura da Segurança Pública", emendou a presidente da ABMAL.
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