Aumentam casos suspeitos de Zika vírus em Alagoas, aponta MS
Dados do último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (15) apontam que, em Alagoas, houve um aumento de aproximadamente 200% no número de casos prováveis do Zika vírus. O boletim traz os dados referentes ao período compreendido entre 31 de dezembro de 2017 e 14 de abril deste ano, comparando-os com igual período do ano passado.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, as cidades sertanejas de Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia aparecem como as campeãs em incidência de casos prováveis de Zika, com 182,5 e 129,3 registros por 100 mil habitantes, respectivamente.
Na contramão destes índices, o número de casos de dengue diminuiu 32% no mesmo período. Em 2017, o estado registrou 690 casos prováveis, enquanto que em 2018 este número caiu para 469.
Com relação ao tipo grave da doença, houve um aumento dos casos com "sinais de alerta", saltando de três para cinco. Contudo, nenhum óbito chegou a ser registrado.
Já a maior redução no número de casos em Alagoas envolveu a Chikungunya, onde, no período em questão, contabilizou-se 82,5% registros a menos - caíram de 240 para 42 as notificações da doença, sem que nenhum óbito tenha sido confirmado nos dois anos.
A assessoria da Sesau encaminhou uma nota de esclarecimento, ressaltando o apoio dado aos municípios no combate ao mosquito transmissor.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que tem prestado assistência técnica aos municípios alagoanos nas ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, uma vez que o trabalho de busca ativa dos focos do mosquito é de responsabilidade dos agentes municipais de endemias. Salienta, no entanto, que o trabalho dos agentes públicos só tem eficácia se cada cidadão cuidar da limpeza de sua residência, adotando práticas como, evitar o acúmulo de água limpa e parada, o cultivo de plantas aquáticas, além de evitar lixo e recipientes que juntem água limpa, uma vez que ela se configura como espaço propício para a proliferação criadouros.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, as cidades sertanejas de Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia aparecem como as campeãs em incidência de casos prováveis de Zika, com 182,5 e 129,3 registros por 100 mil habitantes, respectivamente.
Na contramão destes índices, o número de casos de dengue diminuiu 32% no mesmo período. Em 2017, o estado registrou 690 casos prováveis, enquanto que em 2018 este número caiu para 469.
Com relação ao tipo grave da doença, houve um aumento dos casos com "sinais de alerta", saltando de três para cinco. Contudo, nenhum óbito chegou a ser registrado.
Já a maior redução no número de casos em Alagoas envolveu a Chikungunya, onde, no período em questão, contabilizou-se 82,5% registros a menos - caíram de 240 para 42 as notificações da doença, sem que nenhum óbito tenha sido confirmado nos dois anos.
A assessoria da Sesau encaminhou uma nota de esclarecimento, ressaltando o apoio dado aos municípios no combate ao mosquito transmissor.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que tem prestado assistência técnica aos municípios alagoanos nas ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, uma vez que o trabalho de busca ativa dos focos do mosquito é de responsabilidade dos agentes municipais de endemias. Salienta, no entanto, que o trabalho dos agentes públicos só tem eficácia se cada cidadão cuidar da limpeza de sua residência, adotando práticas como, evitar o acúmulo de água limpa e parada, o cultivo de plantas aquáticas, além de evitar lixo e recipientes que juntem água limpa, uma vez que ela se configura como espaço propício para a proliferação criadouros.
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