Sindpol oficializa pedido de substituição da Comissão que investiga o Caso Roberta Dias
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol-AL), Ricardo Nazário, oficializou o pedido de substituição da Comissão de investigação do Caso Roberta Dias, ao presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg), Antônio Carlos Gouveia, e ao secretário de Segurança Pública de Alagoas (SSP), coronel Paulo Domingos de Araújo Lima Junior.
Nos expedientes, o sindicato relatou o caso com documentação, destacando que a jovem gestante Roberta Dias desapareceu em 2012, e uma comissão de investigação, presidida pelo delegado Cícero Lima, pediu a prisão de três policiais civis, como suspeitos de autoria do crime, baseando-se no depoimento de um indivíduo comprovadamente inimputável.
Destaca-se ainda que um áudio telefônico de 43 minutos, periciado pela Polícia Federal em 2016 e difundido nas redes sociais, narra a conversa de um indivíduo que ajudou o pai do filho de Roberta Dias a assassiná-la. O áudio aponta a autoria, o modus operandi e a motivação, esclarecendo que o crime não faz relação alguma com os policiais civis.
Para o Sindpol, a investigação apresenta erros grosseiros, citando que os investigadores, mesmo com a posse do áudio desde 2015, estão com o inquérito policial aberto há seis anos. O Sindicato almeja a isenção no caso e justiça aos policiais civis.
Nos expedientes, o sindicato relatou o caso com documentação, destacando que a jovem gestante Roberta Dias desapareceu em 2012, e uma comissão de investigação, presidida pelo delegado Cícero Lima, pediu a prisão de três policiais civis, como suspeitos de autoria do crime, baseando-se no depoimento de um indivíduo comprovadamente inimputável.
Destaca-se ainda que um áudio telefônico de 43 minutos, periciado pela Polícia Federal em 2016 e difundido nas redes sociais, narra a conversa de um indivíduo que ajudou o pai do filho de Roberta Dias a assassiná-la. O áudio aponta a autoria, o modus operandi e a motivação, esclarecendo que o crime não faz relação alguma com os policiais civis.
Para o Sindpol, a investigação apresenta erros grosseiros, citando que os investigadores, mesmo com a posse do áudio desde 2015, estão com o inquérito policial aberto há seis anos. O Sindicato almeja a isenção no caso e justiça aos policiais civis.
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