Adeal abre oficialmente a campanha de vacinação contra aftosa
O Governo de Alagoas, por meio da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), abriu oficialmente a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2018 com a vacinação do rebanho da Fazenda Triunfo, em Flexeiras.
O evento contou com a participação do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, Antonio Santigo, além do presidente da Adeal, Augusto César Jatoba e do superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas, Alay Correia, reunindo também produtores rurais. A vacinação obrigatória de bovinos e bubalinos, que teve início em 1º de maio, segue até o dia 31.
“Contamos hoje com o status de zona livre da febre aftosa com vacinação graças a união de forças do Governo do Estado, Ministério da Agricultura e o setor produtivo alagoano. Neste etapa da campanha, que será realizada durante todo o mês de maio, nosso objetivo é alcançar uma cobertura de 100% do rebanho”, declarou o secretário Antonio Santiago.
De acordo com dados da Adeal, atualmente, o rebanho alagoano compreende mais de 1,2 milhão de animais. Na etapa anterior, realizada em novembro do ano passado e onde só foram vacinados animais de zero a 24 meses, a cobertura vacinal foi de 96,2%.
“Iniciamos a primeira etapa da campanha de vacinação e temos a certeza que o criador alagoano fará mais uma vez a sua parte, vacinando e declarando nos escritórios na Adeal para que possamos avançar ainda mais na luta contra a febre aftosa”, afirmou Augusto César, presidente da Adeal.
Além de contar com mais de 80 escritórios da Adeal, o criador também tem a opção de fazer a declaração online pelo site: www.adeal.al.gov.br.
“Vacinando, o criador mantém o rebanho livre da aftosa e os custos para a compra da vacina são irrisórios diante do resultado que temos com os nossos animais sadios”, destacou o agropecuarista Pierre Jacinto.
Segundo a Adeal, após o término da campanha, o criador tem até o dia 15 de junho para fazer a declaração da vacinação e atualizar os dados cadastrais no órgão de defesa.
De acordo com a Adeal, o criador que não fizer a vacinação e a declaração estará sujeito ao pagamento de multa e estará impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), sendo proibido de transitar e ou comercializar os animais.
O evento contou com a participação do secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, Antonio Santigo, além do presidente da Adeal, Augusto César Jatoba e do superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas, Alay Correia, reunindo também produtores rurais. A vacinação obrigatória de bovinos e bubalinos, que teve início em 1º de maio, segue até o dia 31.
“Contamos hoje com o status de zona livre da febre aftosa com vacinação graças a união de forças do Governo do Estado, Ministério da Agricultura e o setor produtivo alagoano. Neste etapa da campanha, que será realizada durante todo o mês de maio, nosso objetivo é alcançar uma cobertura de 100% do rebanho”, declarou o secretário Antonio Santiago.
De acordo com dados da Adeal, atualmente, o rebanho alagoano compreende mais de 1,2 milhão de animais. Na etapa anterior, realizada em novembro do ano passado e onde só foram vacinados animais de zero a 24 meses, a cobertura vacinal foi de 96,2%.
“Iniciamos a primeira etapa da campanha de vacinação e temos a certeza que o criador alagoano fará mais uma vez a sua parte, vacinando e declarando nos escritórios na Adeal para que possamos avançar ainda mais na luta contra a febre aftosa”, afirmou Augusto César, presidente da Adeal.
Além de contar com mais de 80 escritórios da Adeal, o criador também tem a opção de fazer a declaração online pelo site: www.adeal.al.gov.br.
“Vacinando, o criador mantém o rebanho livre da aftosa e os custos para a compra da vacina são irrisórios diante do resultado que temos com os nossos animais sadios”, destacou o agropecuarista Pierre Jacinto.
Segundo a Adeal, após o término da campanha, o criador tem até o dia 15 de junho para fazer a declaração da vacinação e atualizar os dados cadastrais no órgão de defesa.
De acordo com a Adeal, o criador que não fizer a vacinação e a declaração estará sujeito ao pagamento de multa e estará impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), sendo proibido de transitar e ou comercializar os animais.
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