TJ-AL julga recurso que pode anular julgamento de Mirella Granconato
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) vai apreciar nesta quarta-feira, dia 02, o pedido do Ministério Público de Alagoas (MPE/AL) para anular o julgamento de Mirella Granconato, indiciada por ser a mandante do assassinato da universitária Giovanna Tenório, em junho de 2011, porém absolvida do crime no julgamento.
De acordo com o MPE/AL, a sentença do Tribunal de Júri dada em 2017 contém uma grande incoerência. A afirmação se refere ao fato de Mirella ter sido condenada apenas pelo crime de ocultação de cadáver e, não, também, pela autoria intelectual do assassinato de Giovanna.
"Condenaram-na apenas pelo crime de ocultação de cadáver, denotando assim uma total incoerência, um descompasso ou inconciliação entre a verdade real e a convicção dos jurados, que não podem julgar movidos por piedade, indulgência ou clemência absolvendo o réu", disse o promotor de justiça Antônio Villas Boas, que representou o MP no Tribunal do Júri.
O caso
A estudante Giovanna Tenório foi sequestrada em junho de 2011, após sair de uma faculdade particular, onde cursava fisioterapia. Seu corpo foi encontrado dias depois em um canavial na cidade de Rio Largo.
De acordo com o MPE/AL, a sentença do Tribunal de Júri dada em 2017 contém uma grande incoerência. A afirmação se refere ao fato de Mirella ter sido condenada apenas pelo crime de ocultação de cadáver e, não, também, pela autoria intelectual do assassinato de Giovanna.
"Condenaram-na apenas pelo crime de ocultação de cadáver, denotando assim uma total incoerência, um descompasso ou inconciliação entre a verdade real e a convicção dos jurados, que não podem julgar movidos por piedade, indulgência ou clemência absolvendo o réu", disse o promotor de justiça Antônio Villas Boas, que representou o MP no Tribunal do Júri.
O caso
A estudante Giovanna Tenório foi sequestrada em junho de 2011, após sair de uma faculdade particular, onde cursava fisioterapia. Seu corpo foi encontrado dias depois em um canavial na cidade de Rio Largo.

O Ministério Público sustentou a tese de que Mirella mandou matar Giovanna por ciúmes, pelo fato de a vítima possivelmente ter mantido um relacionamento com o ex-marido da acusada, Antônio de Pádua Bandeira. O caminhoneiro Luiz Alberto da Silva foi condenado como autor material do homicídio.
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