Mais de 20 quilos e 5 mil acessórios para explosivos são apreendidos em quatro estados do Nordeste
Mais de 20 quilos de explosivos foram apreendidos durante a Operação Rastilho IV, realizada pelo Exército Brasileiro em estabelecimentos que fabricam e manipulam bombas e similares em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e no Rio Grande do Norte. Ao todo, 64 locais foram vistoriados, sendo 35 em Pernambuco.
Também foram apreendidos mais de cinco mil acessórios irregulares para explosivos e 777 metros de cordel detonante. Ao todo, foram 20,5 quilos de explosivos retidos pelo Exército, nos cinco estados vistoriados. O balanço foi divulgado pelo Comando da 7ª Região Militar nesta sexta-feira (27).
Das empresas vistoriadas, 19 foram autuadas por irregularidades, nove delas em Pernambuco. Uma interdição foi realizada no Rio Grande do Norte.
De acordo com a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados da 7ª Região Militar, foram vistoriados estabelecimentos legais, que fabricam ou manipulam explosivos. As empresas fiscalizadas têm autorização para realizar as atividades que desejam, mas nem sempre funcionam de acordo com o previsto.
Entre as autuações mais comuns, segundo o Exército, está nos explosivos excedentes de planos de detonação. É quando uma empresa informa que utilizará uma quantidade de explosivos numa detonação e, no plano de fogo, detona uma quantidade menor. O excedente deveria ser destruído, mas algumas empresas acabam mantendo o material irregularmente.
A operação teve a participação da Políca Militar, Polícia Civil, Bombeiros, receitas estaduais e Ibama.
Também foram apreendidos mais de cinco mil acessórios irregulares para explosivos e 777 metros de cordel detonante. Ao todo, foram 20,5 quilos de explosivos retidos pelo Exército, nos cinco estados vistoriados. O balanço foi divulgado pelo Comando da 7ª Região Militar nesta sexta-feira (27).
Das empresas vistoriadas, 19 foram autuadas por irregularidades, nove delas em Pernambuco. Uma interdição foi realizada no Rio Grande do Norte.
De acordo com a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados da 7ª Região Militar, foram vistoriados estabelecimentos legais, que fabricam ou manipulam explosivos. As empresas fiscalizadas têm autorização para realizar as atividades que desejam, mas nem sempre funcionam de acordo com o previsto.
Entre as autuações mais comuns, segundo o Exército, está nos explosivos excedentes de planos de detonação. É quando uma empresa informa que utilizará uma quantidade de explosivos numa detonação e, no plano de fogo, detona uma quantidade menor. O excedente deveria ser destruído, mas algumas empresas acabam mantendo o material irregularmente.
A operação teve a participação da Políca Militar, Polícia Civil, Bombeiros, receitas estaduais e Ibama.
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