Fraudes no INSS desviaram mais de R$ 25 milhões da Previdência no Rio
Policiais federais fazem hoje (26) duas operações para combater fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Rio de Janeiro. Cerca de 300 agentes estão cumprindo nove mandados de prisão preventiva e 51 mandados de busca e apreensão em endereços das regiões metropolitana e dos Lagos.
Na Operação Sepulcro Caiado, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão. O objetivo é investigar uma organização criminosa que produzia documentos falsos para obter benefícios previdenciários.
O esquema, que envolvia pelo menos três servidores do INSS, pode ter sido responsável por desvios de R$ 14 milhões à Previdência Social. Mais de 80 benefícios estão sendo investigados.
Na segunda operação, chamada Anjos, a Polícia Federal (PF) investiga uma quadrilha especializada em fraudar pensões, que atuava desde 2015. O grupo criminoso criava casamentos entre pessoas já falecidas, gerando beneficiários fictícios para receber pensões do INSS. Estima-se que o grupo, integrado por advogados, falsificadores e empresários, tenha desviado R$ 12 milhões da Previdência.
As ações são parte de investigações da Força Tarefa Previdenciária do Rio, que é formada pela PF, pelo Ministério Público Federal e pela Coordenação de Inteligência da Previdência Social.
Na Operação Sepulcro Caiado, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão. O objetivo é investigar uma organização criminosa que produzia documentos falsos para obter benefícios previdenciários.
O esquema, que envolvia pelo menos três servidores do INSS, pode ter sido responsável por desvios de R$ 14 milhões à Previdência Social. Mais de 80 benefícios estão sendo investigados.
Na segunda operação, chamada Anjos, a Polícia Federal (PF) investiga uma quadrilha especializada em fraudar pensões, que atuava desde 2015. O grupo criminoso criava casamentos entre pessoas já falecidas, gerando beneficiários fictícios para receber pensões do INSS. Estima-se que o grupo, integrado por advogados, falsificadores e empresários, tenha desviado R$ 12 milhões da Previdência.
As ações são parte de investigações da Força Tarefa Previdenciária do Rio, que é formada pela PF, pelo Ministério Público Federal e pela Coordenação de Inteligência da Previdência Social.
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