Jornalista é presa após acusações contra procurador Alfredo Gaspar
A jornalista Maria Aparecida de Oliveira, de 68 anos, foi presa nesta segunda-feira (23) por determinação da 3ª Vara de Justiça de Alagoas pela prática dos crimes de calúnia, difamação e coação de testemunhas no curso do processo. As acusações são do Ministério Público Estadual (MPE/AL). Ela foi presa em cumprimento a um mandado de prisão preventiva executado na sua residência, no bairro do Farol. Presa preventivamente, ela foi levada para a Central de Flagrantes.
As acusações que resultaram na prisão teriam sido feitas pela jornalista em desfavor do procurador-geral de Justiça Alfredo Gaspar de Mendonça, sem a apresentação de provas, segundo o MPE. Nas denúncias veiculadas no seu blog e nas redes sociais, a jornalista faz acusações ligadas à época em que ele era Secretário de Segurança Pública no Governo Renan Filho.
Na petição ao Poder Judiciário, o Ministério Público aponta que, apesar das acusações feitas pela jornalista, ela não apresenta nenhuma prova que sustente os argumentos que foram narrados nas "matérias jornalísticas", ressaltando que o único objetivo do material divulgado é atingir a honra do procurador-geral de Justiça como integrante do órgão ministerial e, também, na esfera particular, privada e familiar.
A decretação da prisão foi no dia 27 de março, mas só nesta segunda-feira a Polícia Civil cumpriu a ordem judicial. Procurado para se manifestar sobre a prisão da jornalista, o procurador-geral Alfredo Gaspar informou, por meio da assessoria de imprensa do MPE, que não vai comentar sobre o caso neste momento. O processo que resultou na prisão de Maria Aparecida corre em segredo de Justiça.
Após ser ouvida pelo delegado plantonista da Central de Flagrantes, Maria Aparecida foi indiciada pelos crime de calúnia, difamação e coação de testemunhas. Ela deve seguir para o Presídio Feminino. A defesa da jornalista ainda não se pronunciou.
As acusações que resultaram na prisão teriam sido feitas pela jornalista em desfavor do procurador-geral de Justiça Alfredo Gaspar de Mendonça, sem a apresentação de provas, segundo o MPE. Nas denúncias veiculadas no seu blog e nas redes sociais, a jornalista faz acusações ligadas à época em que ele era Secretário de Segurança Pública no Governo Renan Filho.
Na petição ao Poder Judiciário, o Ministério Público aponta que, apesar das acusações feitas pela jornalista, ela não apresenta nenhuma prova que sustente os argumentos que foram narrados nas "matérias jornalísticas", ressaltando que o único objetivo do material divulgado é atingir a honra do procurador-geral de Justiça como integrante do órgão ministerial e, também, na esfera particular, privada e familiar.
A decretação da prisão foi no dia 27 de março, mas só nesta segunda-feira a Polícia Civil cumpriu a ordem judicial. Procurado para se manifestar sobre a prisão da jornalista, o procurador-geral Alfredo Gaspar informou, por meio da assessoria de imprensa do MPE, que não vai comentar sobre o caso neste momento. O processo que resultou na prisão de Maria Aparecida corre em segredo de Justiça.
Após ser ouvida pelo delegado plantonista da Central de Flagrantes, Maria Aparecida foi indiciada pelos crime de calúnia, difamação e coação de testemunhas. Ela deve seguir para o Presídio Feminino. A defesa da jornalista ainda não se pronunciou.
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