Mulher é presa no Recife por tentar fraudar concurso público por meio de relógio
A Polícia Federal (PF) divulgou nesta segunda-feira (23) a prisão de uma mulher de 27 anos, suspeita de usar um relógio inteligente, com acesso à internet, para tentar fraudar um concurso público para o Conselho Regional de Farmácia. A prisão ocorreu no domingo (22), durante as provas para o certame, numa escola em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
A prisão ocorreu quando um fiscal desconfiou de uma candidata, pela quantidade de vezes que ela se dirigia ao banheiro. A mulher escondia um relógio de pulso com acesso à internet por baixo da manga de sua blusa, o que era proibido pelo edital do concurso.
Em nota, a PF informou que, quando o relógio foi descoberto, a mulher foi comunicada de sua eliminação do certame. Mesmo assim, insistia em ir ao banheiro. A Polícia Militar (PM) foi acionada e, no local, a suspeita informou que outro candidato ao mesmo concurso seria o beneficiário do gabarito, passado por meio do relógio.
A PM tentou prender o outro candidato, mas ele já havia deixado a sala. A mulher foi encaminhada à Delegacia de Boa Viagem, mas, por se tratar de um crime de competência federal, foi levada à sede da PF, no centro do Recife.
No interrogatório, a mulher informou que receberia R$ 35 mil para ajudar o candidato nas questões para o concurso. O valor só seria pago caso houvesse a aprovação.
Ela informou que o relógio serviria para enviar dados da prova para outro dispositivo, que estava com o candidato, mas ainda não havia encaminhado as informações, porque havia desistido do crime, pelo fato de haver provas diferentes para os candidatos.
A mulher foi autuada pelo crime de fraudes em certames de interesse público, que tem penas que variam entre um e quatro anos de prisão. Ela pagou fiança e responde pelo crime em liberdade.
A prisão ocorreu quando um fiscal desconfiou de uma candidata, pela quantidade de vezes que ela se dirigia ao banheiro. A mulher escondia um relógio de pulso com acesso à internet por baixo da manga de sua blusa, o que era proibido pelo edital do concurso.
Em nota, a PF informou que, quando o relógio foi descoberto, a mulher foi comunicada de sua eliminação do certame. Mesmo assim, insistia em ir ao banheiro. A Polícia Militar (PM) foi acionada e, no local, a suspeita informou que outro candidato ao mesmo concurso seria o beneficiário do gabarito, passado por meio do relógio.
A PM tentou prender o outro candidato, mas ele já havia deixado a sala. A mulher foi encaminhada à Delegacia de Boa Viagem, mas, por se tratar de um crime de competência federal, foi levada à sede da PF, no centro do Recife.
No interrogatório, a mulher informou que receberia R$ 35 mil para ajudar o candidato nas questões para o concurso. O valor só seria pago caso houvesse a aprovação.
Ela informou que o relógio serviria para enviar dados da prova para outro dispositivo, que estava com o candidato, mas ainda não havia encaminhado as informações, porque havia desistido do crime, pelo fato de haver provas diferentes para os candidatos.
A mulher foi autuada pelo crime de fraudes em certames de interesse público, que tem penas que variam entre um e quatro anos de prisão. Ela pagou fiança e responde pelo crime em liberdade.
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