Governo aposta em reunião com militares nesta sexta para fechar acordo
Às 14 horas desta sexta-feira (13), representantes de associações de militares de Alagoas vão se reunir com o secretário de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), Fabrício Marques, com quem pretendem debater a possibilidade de um acordo com o governo estadual e, com isso, suspender a "Operação Padrão" deflagrada nessa quarta (12). Caso não haja um entendimento, os militares vão seguir reduzindo a oferta de serviços à população alagoana, como forma de pressionar o Estado a atender a principal reivindicação da categoria: o realinhamento salarial dos oficiais.
De acordo com a coronel Camila Paiva, da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas (ABMAL), os militares foram informados sobre a reunião durante uma conversa do secretário de Segurança Pública, Lima Júnior, com representantes das entidades de classe. Segundo ela, os líderes foram informados da intenção do governo em melhorar a proposta discutida inicialmente.
"A gente não vai recuar com a Operação Padrão. Ao longo dos últimos dois anos, sentamos para conversar por diversas vezes, mas não obtivemos avanço por parte do governo. Portanto, esperamos que, na reunião desta sexta-feira, o governo apresente algo de fato bom para a tropa", explicou a coronel, lembrando também a possibilidade de aquartelamento já a partir das 19h desta sexta.
À Gazetaweb, a coronel explicou que, apesar de a reunião ter sido confirmada, os militares vão seguir com a Operação Padrão. "Nada muda. Após esta reunião é que iremos apresentar uma possível proposta do governo aos militares", emendou a oficial, ressaltando que, durante o ato dessa quarta-feira, militares de diversos municípios alagoanos vieram a Maceió para engrossar a manifestação.
No centro da discussão da paralisação dos militares está o realinhamento salarial dos oficiais. De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados, cabo Wellington, a categoria quer a isonomia do teto dos coronéis, equiparando o valor ao dos delegados - que, hoje, recebem salário de R$ 29 mil - e permitindo o escalonamento, a partir deste teto, até os oficiais de posto mais baixo na corporação.
O que é a Operação-Padrão
Com a "Operação-Padrão", os militares desenvolvem as atividades de praxe apenas quando tudo se encontra dentro do que preconiza a lei, dispondo rigorosamente de todos os equipamentos de trabalho. Uma das exigências, por exemplo, diz respeito às viaturas, que devem estar com a manutenção em dia. Em 2015, os militares deflagram uma operação semelhante, causando apreensão entre os alagoanos, em virtude da propagação de boatos sobre arrastões na capital.
Conforme o cronograma aprovado pelos militares, a categoria decidiu suspender a Força Tarefa a partir de 0h desta quinta-feira (12), iniciando o acampamento em frente à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Já nesta sexta-feira (13), ficou decidido que a tropa deve aquartelar a partir das 19h, pelo período de 24h, interditando o Porto de Maceió e retirando a brigada de incêndio do Corpo de Bombeiros do Aeroporto Zumbi dos Palmares, entre outras ações.
De acordo com a coronel Camila Paiva, da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas (ABMAL), os militares foram informados sobre a reunião durante uma conversa do secretário de Segurança Pública, Lima Júnior, com representantes das entidades de classe. Segundo ela, os líderes foram informados da intenção do governo em melhorar a proposta discutida inicialmente.
"A gente não vai recuar com a Operação Padrão. Ao longo dos últimos dois anos, sentamos para conversar por diversas vezes, mas não obtivemos avanço por parte do governo. Portanto, esperamos que, na reunião desta sexta-feira, o governo apresente algo de fato bom para a tropa", explicou a coronel, lembrando também a possibilidade de aquartelamento já a partir das 19h desta sexta.
À Gazetaweb, a coronel explicou que, apesar de a reunião ter sido confirmada, os militares vão seguir com a Operação Padrão. "Nada muda. Após esta reunião é que iremos apresentar uma possível proposta do governo aos militares", emendou a oficial, ressaltando que, durante o ato dessa quarta-feira, militares de diversos municípios alagoanos vieram a Maceió para engrossar a manifestação.
No centro da discussão da paralisação dos militares está o realinhamento salarial dos oficiais. De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados, cabo Wellington, a categoria quer a isonomia do teto dos coronéis, equiparando o valor ao dos delegados - que, hoje, recebem salário de R$ 29 mil - e permitindo o escalonamento, a partir deste teto, até os oficiais de posto mais baixo na corporação.
O que é a Operação-Padrão
Com a "Operação-Padrão", os militares desenvolvem as atividades de praxe apenas quando tudo se encontra dentro do que preconiza a lei, dispondo rigorosamente de todos os equipamentos de trabalho. Uma das exigências, por exemplo, diz respeito às viaturas, que devem estar com a manutenção em dia. Em 2015, os militares deflagram uma operação semelhante, causando apreensão entre os alagoanos, em virtude da propagação de boatos sobre arrastões na capital.
Conforme o cronograma aprovado pelos militares, a categoria decidiu suspender a Força Tarefa a partir de 0h desta quinta-feira (12), iniciando o acampamento em frente à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Já nesta sexta-feira (13), ficou decidido que a tropa deve aquartelar a partir das 19h, pelo período de 24h, interditando o Porto de Maceió e retirando a brigada de incêndio do Corpo de Bombeiros do Aeroporto Zumbi dos Palmares, entre outras ações.
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