Sargento flagrado facilitando entrada de lanches para detentos em Presídio é indiciado
Mais de dois meses se passaram após a denúncia sobre a entrada ilegal de lanches para detentos no Presídio de Segurança Máxima, em Maceió. E somente agora a Corregedoria da Polícia Militar abriu inquérito e indiciou um sargento que foi flagrado pelas câmeras de vigilância da unidade prisional.
De acordo com o corregedor geral da PM, coronel Reinaldo Cavalcante, primeiro houve uma investigação preliminar para saber se havia indícios suficientes de que o militar cometeu alguma irregularidade.
“Essa investigação levou 20 dias e aí se constatou a culpabilidade do sargento nessa conduta. Por conta disso, a corregedoria entendeu que ele deveria ser indiciado em inquérito policial militar. Agora que se percebeu que havia indícios da culpabilidade, com o inquérito instaurado será feita uma investigação durante 40 dias com uma profundidade maior, com a regimentação de provas cabais da conduta dele”, falou o corregedor.
O corregedor explicou ainda que o sargento vai ficar cumprindo as atividades administrativas até o fim da investigação. Se o inquérito concluir que houve crime militar, o sargento deverá ser julgado pela justiça militar e corre o risco de ser expulso da corporação.
Inicialmente, dois policiais militares foram apontados por envolvimento no caso. Mas a corregedoria diz que esse número pode ser ainda maior. Outros cinco sargentos estão sendo investigados.
“Na conclusão da apuração irregular do sargento constatou-se que outros participaram também. Então nós estamos abrindo investigação preliminar para apurar a conduta dos outros, mas se depois for aberto inquérito contra eles também, eles também vão responder processo na justiça militar”, afirmou o coronel.
De acordo com o corregedor geral da PM, coronel Reinaldo Cavalcante, primeiro houve uma investigação preliminar para saber se havia indícios suficientes de que o militar cometeu alguma irregularidade.
“Essa investigação levou 20 dias e aí se constatou a culpabilidade do sargento nessa conduta. Por conta disso, a corregedoria entendeu que ele deveria ser indiciado em inquérito policial militar. Agora que se percebeu que havia indícios da culpabilidade, com o inquérito instaurado será feita uma investigação durante 40 dias com uma profundidade maior, com a regimentação de provas cabais da conduta dele”, falou o corregedor.
O corregedor explicou ainda que o sargento vai ficar cumprindo as atividades administrativas até o fim da investigação. Se o inquérito concluir que houve crime militar, o sargento deverá ser julgado pela justiça militar e corre o risco de ser expulso da corporação.
Inicialmente, dois policiais militares foram apontados por envolvimento no caso. Mas a corregedoria diz que esse número pode ser ainda maior. Outros cinco sargentos estão sendo investigados.
“Na conclusão da apuração irregular do sargento constatou-se que outros participaram também. Então nós estamos abrindo investigação preliminar para apurar a conduta dos outros, mas se depois for aberto inquérito contra eles também, eles também vão responder processo na justiça militar”, afirmou o coronel.
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