Delegado pede apoio da população para denunciar sobre o caso Cleiciane
O resultado do exame de DNA que analisa se a ossada encontrada na zona rural de Igaci é da garota Cleiciane Pereira ou não ainda não foi concluído pelo Instituto Médico Legal de Arapiraca, entretanto o delegado Thiago Prado, da 4ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), já trabalha a hipótese de que a criança foi assassinada.
A ossada foi encontrada a 15km do local onde a criança foi vista pela última vez, no Residencial Agreste, e a polícia acredita que a vítima tenha sido levada de moto até o local. A hipótese de acidente também não está sendo descartada, uma vez que a criança pode ter sido morta ao ser atingida por algum veículo e o suspeito tenha escondido o corpo.
De acordo com o delegado Thiago Prado, não foram encontrados todos os ossos do corpo, em decorrência da provável ação de animais na região. Próximo ao corpo foram encontradas várias vestes femininas. A mãe da menina Cleiciane Pereira reconheceu as vestes como sendo da garota desaparecida.
“As investigações estão em andamento, estamos reinquirindo algumas pessoas que já prestaram depoimento, no inquérito que investiga o desaparecimento, e agora a gente observa o provável homicídio da menor Cleiciane Pereira da Silva, que desapareceu no mês de junho de 2017”, destacou o delegado.
No mês de março, um corpo foi encontrado a cerca de 200 metros da AL 115, o que significa dizer que vítima pode ter sido levada até o local com o auxílio de alguma motocicleta que, em tese, teria sido conduzida pelo autor do crime.
“A gente aguarda, em primeiro lugar, a conclusão do exame de DNA pelo Instituto Médico Legal, para confirmar se realmente o corpo é da jovem Cleiciane, entretanto o IML já adiantou que não vai ser possível estabelecer a causa mortis - qual foi a razão pela qual a jovem veio a falecer -, porque somente parte da ossada da criança foi encontrada na região de mata, mas a investigação esclarecerá outros pontos”, ratifica.
O delegado solicita à população que denuncie, caso tenha visto a menor sendo levada em algum veículo no dia do desaparecimento, principalmente na região que engloba o povoado Lagoa do Félix ou do próprio Residencial Agreste. A ligação deve ser realizada através do 181 – o sigilo é garantido pela Segurança Pública de Alagoas.
Thiago Prado informou ainda que já solicitou urgência no resultado de DNA, tendo em vista que o crime é bárbaro e já se passaram 10 meses do desaparecimento da criança, demandando uma resposta rápida à sociedade.
Relembre o caso
Cleiciane Pereira da Silva, 10 anos, desapareceu no dia 4 de junho de 2017. As investigações apontam que a criança saiu para visitar o avô que reside em um sítio de Igaci e, desde então, não foi encontrada. Na ocasião, a mãe da criança, Cledja Pereira, afirmou que Cleiciane saiu sem sua autorização.
A ossada foi encontrada a 15km do local onde a criança foi vista pela última vez, no Residencial Agreste, e a polícia acredita que a vítima tenha sido levada de moto até o local. A hipótese de acidente também não está sendo descartada, uma vez que a criança pode ter sido morta ao ser atingida por algum veículo e o suspeito tenha escondido o corpo.
De acordo com o delegado Thiago Prado, não foram encontrados todos os ossos do corpo, em decorrência da provável ação de animais na região. Próximo ao corpo foram encontradas várias vestes femininas. A mãe da menina Cleiciane Pereira reconheceu as vestes como sendo da garota desaparecida.
“As investigações estão em andamento, estamos reinquirindo algumas pessoas que já prestaram depoimento, no inquérito que investiga o desaparecimento, e agora a gente observa o provável homicídio da menor Cleiciane Pereira da Silva, que desapareceu no mês de junho de 2017”, destacou o delegado.
No mês de março, um corpo foi encontrado a cerca de 200 metros da AL 115, o que significa dizer que vítima pode ter sido levada até o local com o auxílio de alguma motocicleta que, em tese, teria sido conduzida pelo autor do crime.
“A gente aguarda, em primeiro lugar, a conclusão do exame de DNA pelo Instituto Médico Legal, para confirmar se realmente o corpo é da jovem Cleiciane, entretanto o IML já adiantou que não vai ser possível estabelecer a causa mortis - qual foi a razão pela qual a jovem veio a falecer -, porque somente parte da ossada da criança foi encontrada na região de mata, mas a investigação esclarecerá outros pontos”, ratifica.
O delegado solicita à população que denuncie, caso tenha visto a menor sendo levada em algum veículo no dia do desaparecimento, principalmente na região que engloba o povoado Lagoa do Félix ou do próprio Residencial Agreste. A ligação deve ser realizada através do 181 – o sigilo é garantido pela Segurança Pública de Alagoas.
Thiago Prado informou ainda que já solicitou urgência no resultado de DNA, tendo em vista que o crime é bárbaro e já se passaram 10 meses do desaparecimento da criança, demandando uma resposta rápida à sociedade.
Relembre o caso
Cleiciane Pereira da Silva, 10 anos, desapareceu no dia 4 de junho de 2017. As investigações apontam que a criança saiu para visitar o avô que reside em um sítio de Igaci e, desde então, não foi encontrada. Na ocasião, a mãe da criança, Cledja Pereira, afirmou que Cleiciane saiu sem sua autorização.
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